Aguarde...
Presidente do BCMercado interno é principal suporte da economia, diz Tombini
AltagammaMercado de luxo crescerá entre 4% e 5% em 2013
CamexSuspensas taxas antidumping para importar produtos para Copa
MédiaPreço da cesta semanal tem alta de 0,55%, diz Procon-SP
CrescimentoGoverno não tem novas medidas de estímulo, diz Mantega
Minério de ferroProdução da CSN fica perto da normalidade em abril
DeclaraçãoIndústria e investimento puxam o PIB, diz Mantega
BCInflação está e continuará sob controle, diz Tombini
EmpenhoBC agirá para inflação cair no 2º semestre, diz Tombini
CrescimentoEconomia cresceu em ritmo intenso no 1º tri, diz Tombini
KPMG: Dados mostram mais negociações se comparado com as sete contabilizadas no primeiro semestre de 2011
São Paulo - O número de fusões e aquisições envolvendo empresas de petróleo e gás no Brasil registrado nos cinco primeiros meses de 2012 já totaliza oito operações, ultrapassando as sete negociações contabilizadas no primeiro semestre de 2011. Os números são da Pesquisa de Fusões e Aquisições da KPMG no Brasil, realizada pela KPMG.
Segundo a consultoria, o setor havia apurado uma forte alta nesse tipo de operação em 2010, quando foram realizados 21 negócios no primeiro semestre, passando para as sete de janeiro a junho do ano passado. Agora, em 2012, as oito operações mostram o reaquecimento deste tipo de negócio na área de óleo e gás. De acordo com a KPMG, a alta é estimulada pelo aumento do interesse das empresas pela descoberta do pré-sal, o que colocou o País na rota dos investimentos estrangeiros.
Das oito operações realizadas até 31 de maio deste ano, uma envolvia apenas empresas de capital brasileiro (doméstica); uma foi feita por companhia de capital majoritariamente estrangeiro adquirindo outra estrangeira estabelecida no Brasil; duas de estrangeiras comprando brasileiras; e duas de brasileiras adquirindo de estrangeiras capital de empresas estabelecidas no País.
O sócio da KPMG no Brasil, Paulo Guilherme Coimbra, afirmou, em nota, que o interesse dos investidores tem aumentado neste período diante da perspectiva da realização de bons negócios no País. "Os investidores estrangeiros estão de olho no mercado brasileiro e têm demonstrado interesse em adquirir uma fatia dos negócios em potencial. Além disso, as transações do setor, apesar de serem poucas, movimentam cifras milionárias", explicou.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados