Aguarde...
MundoArgentina sai de top 10 dos maiores exportadores de carne
IndecDesemprego sobe a 7,9% no primeiro tri do ano na Argentina
CerneLogística de mercado avançada torna gás dos EUA mais barato
IntegraçãoEspanha promove empresas de olho em concessão do trem-bala
EconomiaBrasil precisa retomar reformas para crescer mais, diz FHC
SUSCade quer condenação de empresas por cartel na saúde
DeclaraçãoMinistro argentino diz que dólar informal o faz rir
ContasBalança comercial tem déficit de US$ 47 milhões
ReuniãoJohn Kerry quer fortalecer parceria entre Brasil e EUA
QuedaProdução industrial em abril cai ante março, segundo CNI
Luis de Guindos, ministro espanhol da Economia: "a Espanha é um país solvente, não haverá resgate"
Madri - "Não haverá resgate" global da Espanha após a ajuda europeia aos bancos de até 100 bilhões de euros, insistiu seu ministro da Economia, Luis de Guindos, em uma entrevista publicada nesta terça-feira pelo jornal La Vanguardia.
"A Espanha é um país solvente, não haverá resgate", afirmou o ministro, que havia dito na segunda-feira que esperava que o acordo de ajuda europeia seria formalmente assinado na sexta-feira pelos ministros das Finanças da Eurozona.
"Houve um endividamento excessivo do setor bancário e uma bolha imobiliária. Corrigi-lo é extremamente complicado. Um de nossos problemas é que nossa dívida externa líquida é muito alta, cerca de 90% do PIB", explicou.
"As dúvidas nos prejudicam e isso dificulta nosso financiamento" nos mercados, acrescentou, num momento em que o Tesouro espanhol tentará emitir dívida entre 2,5 e 3 bilhões de euros nesta terça-feira.
A Espanha enfrenta há semanas taxas de juros muito elevadas no mercado devido às dúvidas sobre sua capacidade de sair da crise e pelos temores que existem sobre sua possível necessidade de um resgate global do país.
"Mas acredito que a Espanha é um país competitivo. Temos um superávit comercial com a Eurozona, temos um setor turístico muito competitivo", explicou.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados