Aguarde...
AjustadoBC ajusta compulsório a prazo para estimular compra de carteira
PreçosIGP-M cai 0,10% na primeira prévia de fevereiro, diz FGV
SegurançaPM tem problemas com grevistas no interior do Rio
EnchentesLa Niña parece ter atingido pico, afirma agência da ONU
TrabalhoServiços públicos de Israel seguem em greve indefinida
EnergiaAIE revisa em queda demanda mundial de petróleo para 2012
Em criseGregos entram em greve contra austeridade e UE quer cortes
RepressãoTanques tomam de assalto cidade síria de Homs
AleppoExplosões deixam vítimas na segunda maior cidade da Síria
PartidoAos 32 anos, PT radicaliza discurso
Por Beatriz Abreu e Vera Rosa
Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu hoje a possibilidade de vetar dispositivos da regulamentação da exploração do pré-sal que contrariem os interesses da União. "Teoricamente, o presidente da República pode vetar tudo. Esperamos aprovar algo que não precise de veto", disse. Apesar do compromisso firmado pelo presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), de que todos os projetos seriam votados antes do recesso parlamentar, o movimento de obstrução da oposição e as dificuldades para aprovar o acordo do governo federal e governadores jogou para o próximo ano a conclusão da votação dos projetos.
Lula disse estar convencido de que as regras para o pré-sal vão ser aprovadas "nos moldes do acordo dos governadores com os líderes". "O pré-sal é uma riqueza incomensurável. A proposta atual é boa. Atende a todos", afirmou. Na expectativa do presidente, a votação na Câmara resultará em normas que interessam ao governo federal. "Não é o que interessa para o governo Lula, mas à Federação", acrescentou o presidente, em conversa com jornalistas, hoje pela manhã. "Esperamos aprovar algo que não precise de veto do presidente", comentou.
Das propostas encaminhadas ao Congresso, somente a criação da nova estatal Petro-Sal foi aprovada. Em fevereiro, quando se reinicia os trabalhos do Congresso, a Câmara irá concluir a votação do projeto de lei que define o modelo de partilha para a exploração do petróleo do pré-sal. A votação não foi concluída devido ao impasse criado com a emenda apresentada pelos deputados Ibsen Pinheiro (PMDB-RS) e Humberto Souto (PPS-MG). A emenda prevê a divisão igualitária entre Estados e municípios das receitas resultantes da cobrança de royalties sobre a exploração e produção de petróleo no mar. Os governadores do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), e do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB), os dois maiores produtores de petróleo do País, se opõem à mudança proposta.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação