Aguarde...

EXAME.com - Notícias de negócios, mercados, economia, tecnologia, marketing, carreira e finanças pessoais

  • Notícias |
  • Brasil |
  • Política |
  • Mundo |
  • Meio Ambiente e Energia |
  • Agronegócio |
  • Indicadores |
  • Galerias
Europa | 30/01/2012 22:45

Líderes da UE tentam conciliar austeridade e crescimento

Divergências sobre o limite de austeridade, junto à ainda inconclusa negociação de reestruturação da dívida grega junto aos credores privados, atrapalham os esforços da UE

 Comentários (0)
Salvar notícia

Frank Rumpenhorst/AFP

União Europeia

Se aprovado, o fundo também poderá conceder linhas de crédito preventivas, como faz o FMI, aos países em dificuldades

Bruxelas - Líderes europeus concordaram nesta segunda-feira com a criação de um fundo permanente de resgate financeiro para a zona do euro, e 25 dos 27 países da União Europeia deram aval a um pacto de maior disciplina fiscal proposto pela Alemanha, apesar das dificuldades para conciliar a austeridade das contas públicas com o crescimento econômico.

Oficialmente, o foco da cúpula da UE, com duração de meio dia, foi a busca por uma estratégia que permitisse a retomada do crescimento e a geração de empregos em um momento no qual governos de toda a Europa precisam cortar gastos e elevar impostos para enfrentar seu endividamento.

Mas divergências sobre o limite dessa austeridade, junto à ainda inconclusa negociação de reestruturação da dívida grega junto aos credores privados, atrapalham os esforços da UE para passar a ideia otimista de que o bloco está superando a crise.

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, afirmou em entrevista coletiva que esperava um acordo final sobre a redução da dívida da Grécia "nos próximos dias" e que acreditava que as instituições europeias -uma clara referência ao Banco Central Europeu- decidirão de forma independente ajudar a resolver a lacuna de financiamento.

O presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, disse que um acordo era necessário nesta semana para que seja finalizado a tempo de evitar um calote por parte da Grécia em meados de março, quando o país tem de fazer um enorme reembolso de títulos.

Os chefes de governo concordaram que o Mecanismo Europeu de Estabilidade, com um fundo de 500 bilhões de euros, deverá começar a funcionar em julho, um ano antes do previsto, para auxiliar países fortemente endividados.

Comentários (0)  

Editora Abril

Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados