Aguarde...
Energia solarAvião experimental Solar Impulse pousa em Madri
ExportaçõesArgentina impede entrada de calçados brasileiros
RelatórioCuba repudia 'mentiras e tergiversações' dos EUA
InquéritoCPI do Cachoeira poderá divulgar documentos, diz STF
SistemaBC listará imóveis e carros dados como garantia de crédito
LegislaçãoCrime tributário só ocorrerá em fraudes, decide Senado
BancoGoldman Sachs prevê investir US$ 40 bilhões em energia verde
No varejo, a inflação medida pelo IPC-M acumula elevação de 6 04% no ano, até a segunda prévia do IGP-M de dezembro
São Paulo - Até a segunda prévia do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) de dezembro, a inflação no atacado medida pelo IPA-M acumula alta de 4,45% no ano, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que anunciou hoje a segunda prévia do indicador no mês. Os preços dos produtos agrícolas no atacado acumulam elevação de 3 19% no ano. Já os preços dos produtos industriais no atacado registram alta de 4,90% em 2011.
No âmbito do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais acumulam taxas positivas de 3,82% no ano. Por sua vez, os preços dos bens intermediários registram alta de 3,52% no ano. Já os preços das matérias-primas brutas apontam inflação de 6,41% em 2011.
Entre os produtos pesquisados no atacado, as altas de preços mais expressivas foram registradas em carne bovina (6,48%), gasolina automotiva (6,55%) e bovinos (2,23%). Já as mais significativas quedas de preço no atacado foram apuradas em minério de ferro (-6,68%), milho em grão (-6,70%) e soja em grão (-3,36%).
Varejo
No varejo, a inflação medida pelo IPC-M acumula elevação de 6 04% no ano, até a segunda prévia do IGP-M de dezembro.
A aceleração na taxa do IPC-M teve como ponto de origem acréscimos nas taxas de variação de preços em seis das sete classes de despesa pesquisadas. O destaque ficou novamente com a inflação mais intensa nos preços de Alimentação (de 0,30% para 0 84%), que foram pressionados por acelerações de preços em carnes bovinas (de 1,13% para 4,30%) e em frutas (de 0,01% para 4,48%).
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação