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Ainda assim, os analistas chineses preveem que este repentino aumento não mudará a tendência geral de baixa que o IPC deverá ter durante o resto do ano
Xangai - O índice de preços ao consumidor (IPC) da China, o principal indicador da inflação no país, aumentou até alcançar a taxa anualizada de 4,5% em janeiro, em sua maior percentagem nos últimos três meses, informou nesta quinta-feira o Escritório Nacional de Estatísticas.
Segundo publica hoje a agência oficial Xinhua, a alta de janeiro é, por sua vez, 1,5% maior que a registrada em dezembro passado.
Ainda assim, os analistas chineses preveem que este repentino aumento não mudará a tendência geral de baixa que o IPC deverá ter durante o resto do ano.
Em julho, o IPC marcou 6,5%, seu maior índice em 43 meses. Depois disso, a taxa passou a encolher mês a mês, até a nova alta agora em janeiro.
Este aumento se deve principalmente ao encarecimento dos alimentos durante a semana de férias do Ano Novo Lunar chinês, que este ano caiu em janeiro. Por esse motivo, espera-se que a alta se veja reduzida em fevereiro, assegurou o economista-chefe do Banco das Comunicações, Lian Ping.
Em 2011, a inflação atingiu 5,4%, muito acima do objetivo de 4% que fora fixado por Pequim.
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