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Cada uma das 13 escolas de samba que desfilarão no carnaval do Rio, neste domingo e na segunda-feira, contam em média com 3,5 mil integrantes
Rio de Janeiro - A indústria movimentada pelo carnaval gera emprego para 250 mil pessoas no Rio de Janeiro, aponta estudo publicado nesta sexta-feira pelo Governo do Estado.
Entre outras áreas, a semana de festas que começa nesta sexta na maior parte do país beneficia os setores de turismo, entretenimento, audiovisual, a indústria gráfica e editorial, de bebidas e de instrumentos musicais.
O autor do estudo, o superintendente de Desenvolvimento da Indústria Cultural do Governo regional, Luiz Carlos Prestes Filho, disse em comunicado que o carnaval carioca é 'uma verdadeira indústria que cresce a cada ano'.
As escolas de samba geram vagas durante todo o ano para centenas de costureiras, carpinteiros e outros profissionais que trabalham na elaboração de milhares de fantasias e dos carros alegóricos usados nos desfiles do sambódromo.
Cada uma das 13 escolas de samba que desfilarão no carnaval do Rio, neste domingo e na segunda-feira, contam em média com 3,5 mil integrantes.
No sambódromo, trabalham em torno de 1,1 mil pessoas nos restaurantes e bares que atendem os cerca de 72,5 mil espectadores, além de 80 trabalhadores responsáveis por recolher e separar o lixo nas duas noites do evento, destacou o estudo.
Nessa época do ano, as empresas da região do Saara, popular centro comercial, contratam em média de 3,5% a 4% mais funcionários temporários para atender a demanda maior, indicam dados da associação de comerciantes da região.
A rede hoteleira atingiu neste ano ocupação próxima de 81%, o que reflete crescimento de postos de trabalho temporários para garçons e seguranças.
As autoridades do Rio de Janeiro esperam neste ano receber 850 mil turistas brasileiros e estrangeiros para o carnaval. Cerca de 90 mil deles estão chegando nos 25 cruzeiros que ficarão atracados no porto do Rio, informou a administradora do terminal.
A Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro calcula que os visitantes vão gastar na cidade cerca de US$ 620 milhões. EFE
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