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Preços | 17/02/2012 08:19

IGP-M tem deflação de 0,11% na segunda prévia de fevereiro

Na segunda prévia de fevereiro de 2011, o índice havia registrado alta de 0,88%

José de Castro, da
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Alexandre Battibugli/Info EXAME

FGV

Informação do índice é da Fundação Getulio Vargas

São Paulo - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) caiu 0,11 por cento na segunda prévia de fevereiro, ante variação positiva de 0,22 por cento no mesmo período de janeiro, endossando avaliações de uma inflação mais comportada no início deste ano já sugeridas por outras recentes leituras de preços.

A deflação foi puxada principalmente por outra queda nos preços do minério de ferro e uma baixa nos custos com alimentos, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Na segunda prévia de fevereiro de 2011, o IGP-M havia registrado alta de 0,88 por cento.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo-Mercado (IPA-M) -que mede os custos na produção de bens agropecuários e industriais e responde por 60 por cento do IGP-M- teve baixa de 0,31 por cento na segunda prévia de fevereiro, ampliando a queda de 0,04 por cento registrada no mesmo período de janeiro.

Novamente, a queda de 3,39 por cento nos custos com minério de ferro foi a principal influência negativa para o IPA-M, apesar de ter diminuído o recuo em relação à segunda prévia de janeiro, quando caiu 5,66 por cento.

O índice de Matérias-Primas Brutas teve baixa de 1,00 por cento, acima da queda de 0,45 por cento no mesmo período do mês passado. Os itens que mais contribuíram para esse movimento foram soja em grão (-0,62 por cento, após +3,32 por cento), mandioca (+0,60 por cento, ante +14,50 por cento) e aves (-6,76 por cento, frente a -2,31 por cento).

O Índice de Preços ao Consumidor-Mercado (IPC-M) -que corresponde a 30 por cento do IGP-M- desacelerou a alta a 0,19 por cento na segunda prévia deste mês, após acréscimo de 0,81 por cento, sobretudo pela queda de 0,06 por cento nos preços do grupo Alimentação.

Destaque para o tomate, cujos preços despencaram 11,46 por cento no período, devolvendo boa parte do salto de 17,86 por cento na segunda prévia de janeiro.

Respondendo por 10 por cento do IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção-Mercado (INCC-M) apurou elevação de 0,52 por cento, frente a acréscimo de 0,60 por cento.

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