Aguarde...
Estados UnidosEra do dólar barato vai chegando ao fim
ComércioDiretor da OMC relativiza votos recebidos na eleição
NegociaçõesMéxico quer impulsionar comércio com Brasil, mas sem acordos
EstataisBrasil e México vão aproximar petroleiras Petrobras e Pemex
Acima de polêmicasObama promete manter foco em empregos e na classe média
Dados oficiaisEconomia argentina cresce 2,7% no primeiro trimestre
PortosMP dos Portos é passo para economia competitiva, diz Firjan
NegociaçãoPara Azevêdo, precisamos repensar a Rodada Doha
EstimativasPortos receberão mais de R$ 50 bilhões em investimentos
OMCRetirada de protecionismo deve ser lenta, diz Azevêdo
Informações são da Fundação Getúlio Vargas
São Paulo - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou para uma alta de 1,38 por cento na segunda prévia de agosto, ante elevação de 1,11 por cento no mesmo período de julho, influenciado principalmente pelos preços das matérias-primas no atacado informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira.
O IGP-M havia avançado 1,21 por cento na primeira prévia do mês, ante alta de 0,95 por cento no mesmo período de julho.
Indicadores de inflação vêm mostrando há semanas sinais de aceleração dos preços, como a alta de 1,59 por cento do Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) de agosto, ante elevação de 0,96 por cento em julho, também com influência das matérias-primas brutas no atacado.
Por sua vez, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de julho avançou 0,43 por cento, ante alta de 0,08 por cento no mês anterior, acumulando em 12 meses 5,20 por cento.
Apesar disso, o foco do governo está sobre a recuperação da performance da atividade econômica. Segundo analistas, isso deve manter a perspectiva de o Banco Central reduzir pelo menos mais uma vez neste ano a taxa básica de juros, atualmente na mínima de 8 por cento.
O Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne nos próximos dias 28 e 29 e a expectativa é de que haja mais um corte de 0,50 ponto percentual na Selic.
Entretanto, eles vislumbram a possibilidade de o ciclo de afrouxamento monetário ser menor adiante, após dados na semana passada indicando que a atividade deu sinais de recuperação.
Por exemplo, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), subiu 0,75 por cento em junho frente a maio, encerrando o primeiro trimestre com alta de 0,38 por cento ante o primeiro.
Atacado
Dentre os subíndices que compõem o IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo-Mercado (IPA-M) teve alta de 1,94 por cento na segunda prévia deste mês, ante inflação de 1,45 por cento em igual período de julho.
O índice de Matérias-Primas Brutas apresentou variação de 4,49 por cento, contra 1,93 por cento no mês anterior. Os itens que mais influenciaram foram milho em grão (1,55 para 20,10 por cento), aves (-0,60 para 6,81 por cento) e suínos (-2,75 para 20,12 por cento).
Já os preços dos Bens Finais avançaram 0,57 por cento, ante 1,03 por cento anteriormente. Contribuiu para este movimento o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de 4,53 para 0,62 por cento No segmento Bens Intermediários, houve desaceleração para 1,16 por cento, ante 1,45 por cento na segunda prévia de julho. A principal contribuição partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 1,57 para 0,87 por cento.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados