Aguarde...
PreçosIGP-M cai 0,10% na primeira prévia de fevereiro, diz FGV
SegurançaPM tem problemas com grevistas no interior do Rio
EnchentesLa Niña parece ter atingido pico, afirma agência da ONU
TrabalhoServiços públicos de Israel seguem em greve indefinida
EnergiaAIE revisa em queda demanda mundial de petróleo para 2012
Em criseGregos entram em greve contra austeridade e UE quer cortes
RepressãoTanques tomam de assalto cidade síria de Homs
AleppoExplosões deixam vítimas na segunda maior cidade da Síria
PartidoAos 32 anos, PT radicaliza discurso
KassabProvável aliança entre PT e PSD é pesadelo para Marta
A indústria e os investimentos perderam participação no Produto Interno Bruto (PIB) em 2009, enquanto os serviços e o consumo das famílias ganharam peso, de acordo com dados divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A participação da indústria entre os setores do PIB caiu de 27,3% em 2008 para 25,4% no ano passado, enquanto a do setor de serviços aumentou de 66,7% para 68,5%.
Sob a ótica da demanda, a composição do PIB também foi alterada pelos efeitos da crise econômica mundial. A participação do investimento no PIB caiu de 19,9% em 2008 para 16,5% em 2009. Já o consumo das famílias aumentou de 60,3% para 62,8%.
"A perda de participação da indústria seria um problema se a indústria estivesse sendo destruída. Mas não é o que ocorre", disse o coordenador de Contas Trimestrais, Roberto Olinto. O próprio IBGE, em texto distribuído à imprensa, atribui a queda de peso da indústria na economia principalmente à redução de 5 5% do setor industrial em 2009, registrada pela pesquisa do PIB divulgada hoje.
Olinto observou que o setor de intermediação financeira - o que mais cresceu no ano passado - é parte do setor de serviços. O aumento de participação da indústria, no entanto, é mais difícil. Olinto observou também que "a indústria é o local onde vai se realizar a produção industrial, mas quando a produção cresce, o comércio e o transporte, que são serviços, crescem também". A agropecuária passou de 5,9% para 6,1%.
Consumo das famílias
O aumento de 4,1% no consumo das famílias em 2009, segundo informou o IBGE, representou a sexta expansão consecutiva anual apurada, ainda que tenha sido a menor variação em cinco anos. "O consumo das famílias voltou a crescer em patamares de antes da crise", observou Rebeca Palis, gerente de Contas Trimestrais do instituto. Ela lembrou que a alta de 7,7% apurada no consumo das famílias no quarto trimestre de 2009 ante o mesmo trimestre de 2008 é a maior desde o terceiro trimestre de 2008 (9,3%).
Segundo ela, o crescimento apurado no ano passado refletiu o aumento de 3,3% da massa salarial real e o crescimento nominal de 19,7% do saldo de operações de crédito do sistema financeiro, com recursos livres, para pessoas físicas.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação