Aguarde...
Energia solarAvião experimental Solar Impulse pousa em Madri
ExportaçõesArgentina impede entrada de calçados brasileiros
InquéritoCPI do Cachoeira poderá divulgar documentos, diz STF
SistemaBC listará imóveis e carros dados como garantia de crédito
RelatórioCuba repudia 'mentiras e tergiversações' dos EUA
LegislaçãoCrime tributário só ocorrerá em fraudes, decide Senado
BancoGoldman Sachs prevê investir US$ 40 bilhões em energia verde
Venizelos expressou sua confiança em que os membros da zona do euro aceitam dar rapidamente o sinal verde à ajuda financeira que precisa a Grécia para evitar a quebra
Atenas - A Grécia vai nesta quinta-feira à reunião do Eurogrupo em Bruxelas com o compromisso de aceitar as medidas de austeridade exigidas, salvo os cortes na Previdência, rechaçados pelos políticos helenos, após uma noite de árduas negociações entre o Governo e a troika de credores.
A negociação sobre os cortes na Previdência, que provocou confrontos entre as três formações políticas - a social-democrata, conservadora e ultradireitista - que formam o Governo de coalizão liderado pelo ex-banqueiro Lucas Papademos, impediu o fechamento do acordo.
O ministro das Finanças grego, Evangelos Venizelos, advertiu nesta quinta, pouco antes de partir para Bruxelas, onde esta tarde participará de reunião extraordinária do Eurogrupo, que não se pode deixar uma questão aberta por causa do risco de que outras surjam.
Venizelos expressou sua confiança em que os membros da zona do euro aceitam dar rapidamente o sinal verde à ajuda financeira que precisa a Grécia para evitar a quebra.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) e a União Europeia (UE) acordaram em princípio um segundo resgate gigantesco de 130 bilhões de euros para o país mediterrâneo, mas exigem em troca o compromisso firme do Governo heleno na implementação de um severo pacote de medidas de economia.
Além disso, os sócios da eurozona esperam, para desbloquear o resgate, que Atenas feche o acordo com os credores privados, o que prevê o perdão de ao menos 100 bilhões de euros da dívida grega.
Sem a ajuda internacional, a Grécia entrará em moratória em 20 de março, quando deve enfrentar os vencimentos da dívida de 14,5 bilhões de euros.
Conforme a imprensa grega, diante da impossibilidade dos políticos aprovarem os cortes na Previdência, os representantes da 'troika' - FMI, Comissão Europeia e o Banco Central Europeu (BCE) - optaram nesta madrugada em ceder em sua postura neste tema para, ao menos, apresentar algum tipo de acordo na reunião do Eurogrupo.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação