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O plano incluirá ações de política fiscal, financeira, monetária e de taxa de câmbio, assim como compromissos específicos em matéria de reformas estruturais
México - Os participantes da próxima cúpula do Grupo dos Vinte (G20, que reúne os países desenvolvidos e os principais emergentes) trabalharão na adoção de um plano de ação para reforçar o crescimento global e a criação de empregos, revelou nesta quarta-feira o secretário da Fazenda do México, José Antonio Meade.
Em entrevista coletiva na Cidade do México, o ministro anunciou quais serão as principais linhas de ação nas quais os líderes do G20 trabalharão durante a cúpula programada para os dias 18 e 19 de junho em Los Cabos (México).
'Primeiro, estamos trabalhando arduamente para a adoção de um plano de ação, que será denominado Plano de Ação de Los Cabos para o Crescimento e o Emprego', disse Meade, cujo país exerce a presidência do G20 em 2012.
Meade precisou que o plano incluirá ações de política fiscal, financeira, monetária e de taxa de câmbio, assim como compromissos específicos em matéria de reformas estruturais, a serem adotadas país por país.
'Dada a situação atual e as tensões dos mercados internacionais derivadas principalmente dos problemas na Europa, estamos tentando promover compromissos dentro dos países do G20 para fomentar a demanda global e a criação de empregos, estabilizar o sistema financeiro e aumentar o potencial de crescimento', apontou.
Meade explicou que a expectativa é que esses acordos permitam que as economias desenvolvidas continuem focadas na recuperação, os produtores de petróleo se concentrem em garantir uma oferta ampla e as nações emergentes sigam promovendo a demanda interna através do fomento a seu consumo interno.
O secretário da Fazenda mexicano disse que também se procura chegar a um consenso em torno de um mecanismo que permita a prestação de contas dentro do G20 para que se possa fazer o acompanhamento dos compromissos em matéria de recuperação e crescimento.
Outros pontos da agenda da cúpula são o fortalecimento da arquitetura e da regulação financeira internacional, proteção ao consumidor, mitigação dos efeitos da volatilidade dos preços das matérias-primas e crescimento verde. E
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