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Manifestação na Síria: TV estatal afirmou que três agentes das forças de segurança foram mortos durante combates em Taramseh
Amã - Mais de 220 pessoas, a maioria civis, foram mortas nesta quinta-feira por militares e milicianos em uma aldeia da província rebelde de Hama, segundo ativistas da oposição síria.
Se confirmado, esse será o pior massacre em 16 meses de conflito na Síria, onde o presidente Bashar al-Assad enfrenta uma rebelião cada vez mais agressiva, sem que a diplomacia internacional consiga acalmar a situação.
O Conselho da Liderança da Revolução em Hama disse à Reuters que a aldeia sunita de Taramseh foi atacada nesta quinta-feira por helicópteros e que milicianos da seita alauíta, que domina o governo, em seguida invadiram o lugar, realizando execuções.
"Mais de 220 pessoas morreram hoje em Taramseh. Elas morreram pelo bombardeio de tanques e helicópteros, por disparos de artilharia e por execuções sumárias", disse o grupo regional de oposição em nota na noite desta quinta-feira.
A TV estatal afirmou que três agentes das forças de segurança foram mortos durante combates em Taramseh e acusou "grupos terroristas armados" de cometerem um massacre na aldeia.
O ativista local Fadi Sameh disse que deixou a aldeia antes do suposto massacre, mas que continuou em contato com os moradores.
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