Aguarde...
ImpostosCameron acredita que UE apoiará luta contra evasão fiscal
BoJBanco do Japão mantém política monetária inalterada
ExteriorCNI quer mais produtos industrializados do Brasil lá fora
PagamentosIndenizações do seguro DPVAT crescem 28% no 1º tri
Atividade econômicaTombini diz que projeções indicam crescimento de 3%
PresentesVendas no Dia dos Namorados devem crescer 5%, diz CNDL
CâmaraCNI pede urgência ao fim do adicional de 10% do FGTS
ConselhoTesouro dos EUA defende menos austeridade na Europa
CâmbioPresidente do BC não descarta voltar a usar swap
InvestimentoEspanha reforça vontade de disputar leilão do trem-bala
Bandeiras do Mercosul: o Brasil, principal economia latino-americana, é o país da região que mais viu reduzidas suas previsões de crescimento para este ano
Washington - O Fundo Monetário Internacional (FMI) rebaixou nesta segunda-feira em três décimos, para 3,4%, sua expectativa em 2012 para o crescimento da economia da América Latina.
Já em relação ao ano que vem, o Relatório de Perspectivas Econômicas Globais divulgado hoje pelo FMI prevê um crescimento um décimo acima do número divulgado em abril, para 4,2%. Com isso, a região conseguiria um resultado melhor do que o esperado frente à desaceleração da economia chinesa e à crise da zona do euro.
No entanto, o FMI lembra que estas previsões foram elaboradas com base em um cenário no qual os mercados emergentes mantenham suas políticas de flexibilização.
O Brasil, principal economia latino-americana, é o país da região que mais viu reduzidas suas previsões de crescimento - seis décimos - para este ano (2,5%). Já em 2013, segundo o FMI, terá um crescimento de 4,6%, cinco décimos acima do previsto em abril.
O Fundo destaca a desaceleração ocorrida nos últimos meses em mercados emergentes como o próprio Brasil, além de China e Índia, graças a políticas que tentaram frear o superaquecimento de suas economias.
'Muitos mercados emergentes se viram também afetados por uma maior aversão ao risco dos investidores e pela incerteza, que levou não só à queda dos preços dos valores, mas também a saídas de capital e à desvalorização da moeda', detalha o relatório.
Além disso, a América Latina acusará a desaceleração da China - parceiro comercial com o qual cada vez tem mais vínculos econômicos -, que deixará de crescer entre 9% e 10%, como vinha fazendo, para fazê-lo a 8% em 2012 e 8,5% em 2013. EFE
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados