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São Paulo - O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghetti, disse que, apesar da elevação das vendas em junho, a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2%, estimada pelos economistas da entidade, não permite otimismo e a expectativa é a de fechar o ano com um crescimento de 1,5%.
“Obviamente que o efeito da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) foi muito positivo e fez com que o mercado se recuperasse senão teríamos números bem piores. Esse número insere uma parte de carros vendidos no mês de maio que foram emplacados agora, mas o crescimento que houve nesses dias é um número bastante otimista e a expectativa é a de que se mantenham e nós consigamos recuperar parte do que perdemos no segundo semestre”.
Meneghetti disse que o para o setor repetir os números do ano passado, as vendas teriam de crescer 10% em cada mês até o fim do ano. “É um desafio muito grande e para conseguirmos é preciso que a economia reaja. O governo tem se mostrado sensível e está acompanhando os números de perto e terá o bom senso de manter a redução do IPI caso seja necessário”.
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