Aguarde...
PúblicasGigantes estatais afogam crescimento econômico da China
Estados UnidosEra do dólar barato vai chegando ao fim
ComércioDiretor da OMC relativiza votos recebidos na eleição
NegociaçõesMéxico quer impulsionar comércio com Brasil, mas sem acordos
EstataisBrasil e México vão aproximar petroleiras Petrobras e Pemex
Acima de polêmicasObama promete manter foco em empregos e na classe média
Dados oficiaisEconomia argentina cresce 2,7% no primeiro trimestre
PortosMP dos Portos é passo para economia competitiva, diz Firjan
NegociaçãoPara Azevêdo, precisamos repensar a Rodada Doha
EstimativasPortos receberão mais de R$ 50 bilhões em investimentos
Oferta de crédito pessoal, em uma rua de São Paulo: os grandes bancos privados também reduziram as perspectivas de crescimento do crédito
São Paulo - Números parciais dos balanços dos bancos no segundo trimestre consolidaram as suspeitas: o apoio das grandes instituições privadas à campanha do governo brasileiro para ampliar os empréstimos e reduzir os spreads ficou no plano político.
Embora publicamente apoiem a cruzada do governo por juros mais baixos para sustentar o crescimento de longo prazo do país, gigantes como Bradesco, Itaú Unibanco e Santander Brasil mostraram com os resultados do segundo trimestre que, na prática, prevaleceu a ortodoxia da cartilha bancária, que recomenda prudência em tempos adversos, como os de desaceleração econômica e aumento da inadimplência.
De um lado, os bancos aumentaram provisões para perdas com calotes, e de outro desceleraram a concessão de novos empréstimo.
Além disso, os banqueiros enfatizaram que uma redução maior dos spreads só virá com queda da inadimplência e menos encargos, como impostos e compulsórios.
"Não é normal ter spreads reduzidos com inadimplência alta", disse o presidente-executivo do Santander Brasil, Marcial Portela, ao comentar os resultados do segundo trimestre.
Em abril, ao cobrar queda de juros pelos bancos, a presidente Dilma Rousseff afirmara ser inadmissível que o Brasil, tendo um sistema financeiro sólido e lucrativo, continuasse com um dos juros mais altos do mundo.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados