Aguarde...
CriseSuperávit comercial da Argentina cai 38% em abril
EspecialistasBloquear verbas é insuficiente para meta de superávit
BlocoEstatuto do Banco do Brics pode sair em 2014, diz Patriota
ContribuiçãoBrasileiro vai trabalhar até dia 30 para pagar impostos
CortesGoverno reduz contingenciamento para estimular economia
PanificaçãoCade condena cartel de pão no Distrito Federal
ProblemasCrise obriga UE a intensificar luta contra sonegação fiscal
DéficitRombo na conta corrente sobe a 3% do PIB após uma década
LeiCAE aprova projeto para evitar calote de terceirizadas
PesquisaEmpresas da UE estão otimistas, apesar de desemprego
A expectativa é de que a economia da zona do euro encolha 0,3 por cento neste ano
Bruxelas - O comércio da zona do euro com o restante do mundo mostrou uma força surpreendente em fevereiro, impulsionado pelas exportações francesas e alemãs de carros e máquinas, mas as importações permaneceram fracas, uma vez que as famílias europeias encontram dificuldades para superar a crise econômica do bloco.
As exportações dos 17 países que utilizam o euro subiram 11 por cento, para garantir um superávit comercial de 2,8 bilhões de euros, ante um déficit de 2,8 bilhões de euros em fevereiro de 2011, informou nesta segunda-feira o escritório de estatísticas Eurostat.
A demanda estrangeira pelos produtos da zona do euro oferece ao bloco sua melhor chance de sair da recessão neste ano, dizem economistas, uma vez que a alta do desemprego e o impacto da crise da dívida pública prejudicam a confiança empresarial e o crédito bancário na região.
As importações subiram 7 por cento em fevereiro, devido principalmente à demanda por petróleo e gás russos durante uma forte frente fria em fevereiro.
Com ajustes sazonais, a zona do euro registrou um superávit comercial de 3,7 bilhões de euros em fevereiro.
A expectativa é de que a economia da zona do euro encolha 0,3 por cento neste ano, sua segunda recessão em apenas três anos, mas o recuo mascara amplas diferenças entre os países membros, sendo que Alemanha e França devem escapar da recessão.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados