Aguarde...
CriseSuperávit comercial da Argentina cai 38% em abril
EspecialistasBloquear verbas é insuficiente para meta de superávit
BlocoEstatuto do Banco do Brics pode sair em 2014, diz Patriota
ContribuiçãoBrasileiro vai trabalhar até dia 30 para pagar impostos
CortesGoverno reduz contingenciamento para estimular economia
PanificaçãoCade condena cartel de pão no Distrito Federal
ProblemasCrise obriga UE a intensificar luta contra sonegação fiscal
DéficitRombo na conta corrente sobe a 3% do PIB após uma década
LeiCAE aprova projeto para evitar calote de terceirizadas
PesquisaEmpresas da UE estão otimistas, apesar de desemprego
Fábrica em Toledo, Ohio: os EUA anunciaram que as taxas afetam mais de 80% de suas exportações para a China
Washington - O governo dos Estados Unidos vai apresentar um recurso contra a China na Organização Mundial do Comércio (OMC) por impostos "injustos" sobre suas exportações de carros acima de três bilhões de dólares, anunciou a Casa Branca.
O governo de Barack Obama iniciará uma ação legal ante a OMC pelos impostos, destacou a Casa Branca, no momento em que o presidente, que disputará a reeleição, se prepara para uma viagem de dois dias aos estados industriais como parte da campanha eleitoral.
A Casa Branca informou que as taxas em questão afetam mais de 80% das exportações de veículos dos Estados Unidos para a China, incluindo carros fabricados em Ohio e Michigan, dois estados vitais na disputa para a eleição presidencial de 6 de novembro.
"O princípio chave que está em jogo é que a China deve ajustar-se às regras do sistema global de comércio", afirma um comunicado da presidência americana.
"Ao não fazer isto, a administração Obama tomará ações que assegurem que as empresas e trabalhadores americanos estejam competindo de forma justa", completa a nota.
O anúncio, que foi informado pelo jornal Toledo Blade de Ohio, acontece no momento que Obama inicia uma viagem de dois dias de ônibus por Ohio e Pensilvânia, sob o lema "Apostando nos Estados Unidos".
O rival republicano de Obama, Mitt Romney, acusou o presidente de ser brando com Pequim e prometeu uma ação mais dura contra a alegada manipulação da moeda pela China.
A lenta recuperação econômica americana e o aumento do desemprego dominam a disputa presidencial de 2012, com Obama argumentando que conseguiu avanços e que precisa de mais tempo, enquanto o bilionário Romney promove sua experiência empresarial no setor privado.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados