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A vice-presidente do governo, Soraya Sáenz de Santamaría: é "uma necessidade nacional"
Madri - O governo espanhol aprovou nesta sexta-feira uma nova reforma do setor financeiro, exigida por Bruxelas para que o país receba ajuda para recapitalizar seus bancos, que contempla segregar os ativos tóxicos das instituições em um "banco podre" e que abre caminho para o fechamento de entidades inviáveis.
A reforma elevou, além disso, os requisitos para a solvência dos bancos. A vice-presidente do governo, Soraya Sáenz de Santamaría, ao apresentar em entrevista coletiva a reforma, disse que a iniciativa é "uma necessidade nacional, imprescindível para recuperar o crédito e o financiamento" necessários para as pequenas e médias empresas.
A reforma é uma exigência de Bruxelas para conceder até 100 bilhões de euros de ajuda aos bancos espanhóis e dá amplos poderes ao Fundo de Reestruturação Ordenada Bancária (FROB), que passará a ser controlado pelo governo.
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