Aguarde...
AcordoBrasil perdoa US$ 840 mi de dívida externa de africanos
InvestimentoFinanciamento para turismo deve crescer 30% em 2013
IntegraçãoChile quer investir e promover intercâmbios no Brasil
EconomiaJuros têm alta diante de avanço do dólar
EconomiaBanco público avança mais na concessão de crédito
ContasDívida dos Estados é impagável, diz relator
MinistroGoverno não está negociando dívidas estaduais, diz Mantega
AnúncioGoverno pode distribuir royalty da mineração a não produtor
NegóciosMercado japonês de carnes suínas abre portas para o Brasil
EncontroBrasil ainda é oportunidade para alguns
55,2% do empresariado afirmou acreditar que as empresas nacionais serão pouco impactadas pela crise
São Paulo - Os empresários estrangeiros no Brasil estão relativamente otimistas em relação aos impactos que a crise externa poderá ter no país, segundo revelou uma pesquisa com cerca de 180 empresários realizada pela Câmara Americana de Comércio (AmCham) durante o evento CFO Fórum 2012, que ocorreu na manhã desta quinta-feira.
Os participantes do evento – dentre os quais executivos de empresas como Canon, Johnson & Johnson, Avon e Google – responderam perguntas sobre a conjuntura econômica brasileira e global em uma pesquisa em tempo real, durante o Fórum. No tocante aos impactos das movimentações que vêm ocorrendo no cenário externo, 55,2% do empresariado afirmou acreditar que as empresas nacionais serão pouco impactadas, enquanto 27,9% acredita que o impacto será considerável. Os 16,9% restantes acham que suas empresas não serão impactadas.
O otimismo reflete-se na expectativa do setor por resultados robustos neste ano. No total, 52,8% dos que responderam a pesquisa disseram que suas companhias deverão ter aumento de vendas acima de 10% em 2012, na comparação com 2011. Outros 22,2% acreditam que o crescimento ficará entre 0,1% e 10%, enquanto 5,6% esperam vendas estáveis para o período. Contudo, 19,4% acreditam que as vendas vão recuar este ano.
Economia global – Durante os debates ocorridos no evento, o empresários discutiram o crescimento da economia brasileira e a relação de dependência entre o avanço do PIB doméstico, o aumento do preço das commodities e o papel da China nessa dinâmica – que atua como o principal motor dos mercados emergentes.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados