Aguarde...
Tributos"Parte mais salgada da conta foi reduzida", diz Mantega
SinaisIndústria tem recuperação mais lenta em 10 anos, vê FGV
CotaçãoRetiradas no segmento financeiro afetam fluxo cambial
CombustíveisMultas ao cartel dos postos no RS alcançam R$ 19 mi
DadosComércio muda tendência em fluxo cambial até dia 14
EUAFed mantém curso de sua política monetária
DesoneraçãoTransporte urbano deverá ficar livre de impostos
PropostaDesoneração do transporte pode sair em 15 dias
EspeculaçõesFed continua comprando US$ 85 bi em títulos por mês
ProtestosMantega discute possível corte de tributos para transporte
Dilma Rousseff: presidente repetiu o discurso que tem feito ao longo do tempo para rejeitar qualquer tipo de reajuste neste momento
Brasília - O reajuste do Judiciário foi um dos temas da conversa da presidente Dilma Rousseff com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ayres Britto, em audiência nesta segunda, no Palácio do Planalto. Ayres Britto voltou a tratar do pleito do Judiciário de "revisão salarial de juízes e servidores", que são, em média, de 33%, mas que atingem 56% para algumas categorias. De acordo com o Supremo, "as conversas continuam".
Mas a presidente Dilma repetiu o discurso que tem feito ao longo do tempo para rejeitar qualquer tipo de reajuste neste momento. Alegou a sua preocupação com a crise econômica cujas consequências ainda não são totalmente conhecidas e que não há margem fiscal para conceder reajustes neste momento, já que o governo tem dado prioridade ao enfrentamento da crise, com preservação do emprego de quem não tem estabilidade.
Na conversa, o presidente do STF tratou ainda da segurança de juízes que estão sendo ameaçados. Ayres Britto mostrou-se muito preocupado com a gravidade destas ameaças, disse que a corregedoria já está à frente da apuração dos fatos e a presidente teria informado que ia conversar com o Ministro da Justiça sobre a segurança destas autoridades.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados