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As alfândegas chinesas publicaram no dia 10 de julho o indicador das exportações da primeira metade do ano, que chegaram a US$ 1,84 trilhão, um 'discreto' aumento de 8% com relação ao mesmo período de 2011, abaixo de 10% que Pequim estabeleceu para 2012.
O indicador, somado à baixa inflação de junho que também se conheceu nesta semana (2,2%), parece indicar, segundo analistas, que tanto as exportações como o consumo interno, motores fundamentais da economia chinesa, se encontram em um momento de freio da demanda, o que acrescenta pressões a Pequim.
Por isso, o regime comunista mudou neste ano as medidas de contenção de 2011 (naquela época para frear a alta inflação) por políticas de estímulo: reduziu as taxas de juros em duas ocasiões, diminuindo o depósito compulsório dos bancos e injetando liquidez no mercado monetário.
'Já que a inflação se moderou, é preciso haver um relaxamento das políticas para impulsionar o crescimento doméstico e compensar a fraqueza nas exportações', destacou o economista Zhang Liqun, do Centro de Pesquisa para o Desenvolvimento do Conselho de Estado chinês.
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