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O texto enviado anteriormente contém uma incorreção. A tarifa econômica do trem-bala entre São Paulo e Rio custaria, no máximo, cerca de R$ 260,00 no cálculo estimado de R$ 0,60 por km, e não de em torno de R$ 288,00 como foi informado antes. Segue a versão corrigida:
Considerando os preços de hoje, viajar de São Paulo para o Rio de Janeiro na classe de econômica do futuro trem-bala custaria, no máximo, cerca de R$ 260. O governo definiu hoje, em resolução do Conselho Nacional de Desestatização, que o valor máximo da tarifa por quilômetro na classe econômica a ser considerado no leilão de concessão do projeto deverá ser de R$ 0,60. Multiplicando esse valor pela distância entre as duas capitais, de cerca de 430 quilômetros, é que se chega ao bilhete de aproximadamente R$ 260.
O número não é oficial. Mas o valor pode ser ainda menor. Isso porque o governo definiu que um dos critérios para se escolher o vencedor da licitação - com peso de 30% - será o da menor tarifa cobrada do usuário da classe econômica. Assim, para vencer a disputa e ganhar o direito de construir e operar o trem, as empresas interessadas terão de oferecer tarifas inferiores a esse teto de R$ 0,60 por quilômetro.
O outro critério para a escolha do operador do serviço será o de quem demandar menor financiamento público para viabilizar o projeto. O governo está disposto a financiar, via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), até 60% do projeto, o equivalente a R$ 20,9 bilhões. No total, a obra custará R$ 34,6 bilhões.
O preço teto da tarifa consta de resolução do Conselho Nacional de Desestatização (CND) publicada no Diário Oficial de hoje. A resolução traz outras regras para a futura operação do trem como, por exemplo, a determinação para que no mínimo 60% dos assentos disponíveis em cada composição do trem-bala terão que ser da classe econômica. Na classe executiva, o preço da passagem não poderá superar em mais de 75% o que é cobrado na classe econômica.
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