Aguarde...
Energia solarAvião experimental Solar Impulse pousa em Madri
ExportaçõesArgentina impede entrada de calçados brasileiros
RelatórioCuba repudia 'mentiras e tergiversações' dos EUA
InquéritoCPI do Cachoeira poderá divulgar documentos, diz STF
SistemaBC listará imóveis e carros dados como garantia de crédito
LegislaçãoCrime tributário só ocorrerá em fraudes, decide Senado
BancoGoldman Sachs prevê investir US$ 40 bilhões em energia verde
A atitude de cada um dos dois países mostra um pouco de suas ideias diferentes de gloablização e de comércio mundial
São Paulo - A possível interrupção do acordo automotivo feito há dez anos entre o Brasil e o México representa um "choque enorme" para os exportadores mexicanos, afirma nesta sexta-feira o blog beyondbrics jornal Financial Times. De acordo com o texto de Adam Thomson, a atitude de cada um dos dois países mostra um pouco de suas ideias diferentes de gloablização e de comércio mundial.
Segundo o FT, o México é uma "economia muito aberta". O Brasil, ao contrário, não hesitou em aumentar a tarifa sobre veículos do exterior em 30 pontos, para o atual patamar 35%, tentando proteger sua própria indústria. Por essas diferenças, o Financial Times afirma que o México não vai encarar a mudança com "ânimo leve".
De acordo um funcionário do Ministério da Economia mexicano citado na reportagem, se a medida tomada pelo governo brasileiro for para frente, ela é "muito preocupante". A atitude do Brasil ocorre porque as importações de carros mexicanos geraram um déficit comercial no setor de mais de US$ 1,6 bilhão.
No entanto, de acordo com o FT, o México não fez nada para defender sua economia quando tinha um déficit no começo do acordo. Diferente dessa atitude, o país teve investimentos multibilionários de montadoras após a crise de 2009, o que transformou o mercado mexicano em um dos mais eficientes do mundo, diz o jornal.
Por isso, para o FT, "não há dúvidas" de que as exportações mexicanas se tornaram mais competitivas para o Brasil desde o ressurgimento da economia do país depois da crise mundial. Montadoras no México como Nissan, Ford, Fiat e Volkswagen exportam para todo o mercado brasileiro. Essas empresas seriam as maiores lesadas com um fim do acordo entre os países.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação
GRZ
A Presidenta está certa em querer rever o acordo! Critica, quem não conheçe nada de mercado! O indice...
05.02.2012 | Ler comentário completo |
Paulo Sérgio Loredo
Infelizmente o Brasil sempre descumprindo acordos após muito ter usufruido enquanto tinha vantagens...
04.02.2012 | Ler comentário completo |
Regina Maria N. Pilar
O burro protecionismo brasileiro atual não se preocupa em criar condições competitivas para o pais então...
03.02.2012 | Ler comentário completo |