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Cúcuta - Em encontro realizado nesta sexta-feira, a Colômbia e a Venezuela estreitaram seus laços no setor de segurança e assinaram acordos para combater o tráfico de drogas e atividades ilegais na fronteira entre os dois países.
Um dos convênios firmados cria um 'sistema de informação binacional' sobre grupos criminosos que atuam na fronteira de 2.291 quilômetros entre ambos os países.
A medida, segundo o ministro do Interior da Venezuela, Tatk El Aissami, permitirá o combate ao narcotráfico e ao contrabando de combustível e de produtos químicos para a fabricação de cocaína.
No encontro, o ministro venezuelano de Defesa, o general Henry Rangel, frisou que não mantém relações com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Ele foi acusado de ter vínculos com a organização e com seu líder, Rodrigo Londoño Echeverri.
A possibilidade de Rangel manter relações com as Farc foi levantada pela primeira vez pelo Departamento do Tesouro americano em 2008, e voltou a ser ventilada após sua nomeação como ministro da Defesa pelo presidente Hugo Chávez.
Essa nova etapa nas relações entre a Venezuela e a Colômbia demonstra que os problemas diplomáticos vividos entre 2009 e 2010 foram superados.
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