Aguarde...
PúblicasGigantes estatais afogam crescimento econômico da China
Estados UnidosEra do dólar barato vai chegando ao fim
ComércioDiretor da OMC relativiza votos recebidos na eleição
NegociaçõesMéxico quer impulsionar comércio com Brasil, mas sem acordos
EstataisBrasil e México vão aproximar petroleiras Petrobras e Pemex
Acima de polêmicasObama promete manter foco em empregos e na classe média
Dados oficiaisEconomia argentina cresce 2,7% no primeiro trimestre
PortosMP dos Portos é passo para economia competitiva, diz Firjan
NegociaçãoPara Azevêdo, precisamos repensar a Rodada Doha
EstimativasPortos receberão mais de R$ 50 bilhões em investimentos
Caged: um ano antes, haviam sido gerados 215.393 novos empregos
Brasília - A economia brasileira criou 120.444 postos de trabalho com carteira assinada em junho, informou nesta sexta-feira o Ministério do Trabalho. É o pior resultado para meses de junho desde 2009.
No semestre, a abertura de postos somou 1.047.914, 25,9 por cento inferior à verificada em igual período do ano passado.
Em junho do ano passado foram gerados 215.393 novos empregos, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Se considerado o ajuste, ou seja, admissão líquida de empregados informados pelas empresas após o prazo obrigatório, o número sobe para 255.418.
O resultado de junho ficou abaixo da oferta de 139.679 vagas abertas em maio, no dado sem ajuste.
No primeiro semestre de 2011, a oferta de trabalho foi de 1.414.660 postos. Esse número é ajustado, contabiliza empregos informados pelas empresas fora do prazo.
Apesar da desaceleração na oferta de empregos, o mercado de trabalho se mantém como um dos pilares da economia, assegurando renda e condições de consumo e contratação de crédito à população mesmo diante de uma atividade que roda em ritmo fraco.
No governo, a avaliação é que a oferta líquida de vagas se manterá em nível elevado em 2012, mas inferior à dinâmica observada em 2011. A indicação oficial é que o mercado de trabalho tende a apresentar performance melhor no segundo semestre em comparação ao primeiro devido à perspectiva de maior crescimento da economia na segunda metade do ano.
Na ata apresentada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) na quinta-feira o Banco Central informou que a recuperação da atividade econômica doméstica vem ocorrendo de forma "bastante gradual", mas que o cenário central sinaliza um "ritmo de atividade mais intenso neste semestre".
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados