Brasília - Para mensurar o tamanho da carga tributária por base de incidência, a Receita Federal realizou um estudo que mostra o peso dos tributos sobre o contribuinte.

Liderando o ranking, a cobrança sobre bens e serviços adicionou R$ 414,794 bilhões aos cofres da Receita no ano passado, quase 33% das receitas administradas pelo órgão em 2015.

Esse montante foi arrecadado com base na cobrança de PIS/Cofins, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), impostos de importação e exportação, Cide sobre Combustíveis e contribuição previdenciária sobre faturamento.

No primeiro mês de 2016, o setor já contribuiu com 28,94% das receitas administradas arrecadadas pela Receita, com R$ 36,503 bilhões.

Os tributos que incidem sobre renda e propriedade também estão entre os que mais ajudam os cofres federais.

Ao longo de 2015, a Receita arrecadou R$ 407,290 bilhões com o setor, o equivalente a 32,37%, porcentual similar ao verificado em 2014.

Outra fonte importante de arrecadação pela Receita é com base nos tributos que incidem sobre a Folha de Salário.

No ano passado, o Fisco incrementou R$ 367,197 bilhões nos cofres públicos, valor pouco inferior ao verificado em 2014, quando a Receita recebeu R$ 389,641 bilhões. O montante foi equivalente a 29,18% do que total administrado pela Receita em 2015.

Os tributos que incidem sobre transações financeiras equivaleram a quase 3% do montante de 2015 e adicionaram R$ 36,628 bilhões.

Ao todo, as receitas administradas pela Receita somaram R$ 1,258 trilhão em 2015.

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