Aguarde...
IntegraçãoChile quer investir e promover intercâmbios no Brasil
EconomiaJuros têm alta diante de avanço do dólar
EconomiaBanco público avança mais na concessão de crédito
ContasDívida dos Estados é impagável, diz relator
MinistroGoverno não está negociando dívidas estaduais, diz Mantega
AnúncioGoverno pode distribuir royalty da mineração a não produtor
NegóciosMercado japonês de carnes suínas abre portas para o Brasil
EncontroBrasil ainda é oportunidade para alguns
EconomiaInadimplência tem nível mais baixo desde outubro de 2011
ÍndiceConfiança do consumidor cai 6,2% na cidade de São Paulo
Montadora na Coreia do Sul: nos anos 60 a Coreia do Sul compreendeu que a força de trabalho de seus habitantes era seu recurso mais valioso
Seul - Devastada pela guerra, quase sem infraestrutura e com uma economia basicamente de subsistência há 50 anos, a Coreia do Sul é hoje um líder em tecnologia, indústria e educação, cujo grande salto econômico serve como inspiração à América Latina.
Países como a Guatemala, o Equador e o Uruguai observam a quarta economia da Ásia para aprender as lições de sua extraordinária experiência de desenvolvimento econômico, com um PIB per capita que passou de US$ 103 dólares, em 1962, a quase US$ 24 mil em 2011.
O segredo do chamado "milagre do rio Han" (apelido do rápido desenvolvimento econômico sul-coreano) é que desde 1963 "os governos souberam aplicar e modificar adequadamente suas estratégias econômicas" em vários períodos, afirmou à Agência Efe o pesquisador chefe do Instituto Coreano para Política Econômica International (Kiep), Nakgyoon Choi.
Mas será que as estratégias de desenvolvimento sul-coreanas poderiam ser aplicadas a países como a Guatemala ou Equador? Embora não recomende copiá-las ao pé da letra pelos contextos histórico e socioeconômico diferentes, o doutor Choi acredita que pode ensinar valiosas lições.
O ministro da Economia guatemalteco, Sergio da Torre, e representantes do Equador e do Uruguai visitaram na semana passada a Coreia do Sul para adquirir conhecimentos práticos sobre sua experiência.
Para Torre, a primeira noção aprendida na visita é que se devem aumentar os esforços para capacitar recursos humanos, já que, "por mais investimentos atraídos, eles não servem de nada se não possuirmos pessoal qualificado", explicou à Efe durante sua estada em Seul.
Já nos anos 1960, a Coreia do Sul, um país pequeno e escasso em matérias-primas, compreendeu que a força de trabalho de seus habitantes era seu recurso mais valioso e levou essa mão de obra a produzir bens de exportação na indústria leve, o que se tornou a semente do desenvolvimento posterior.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados