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A projeção de crescimento do PIB segundo o Itaú seguiu uma onda de revisão para baixo. De 3,5% ela caiu para 3,1%, depois para 2% e chegou aos 1,9%. Para o economista Caio Megale, há fatores temporários e estruturais que explicam o crescimento mais baixo do indicador no Brasil.
O banco acredita que parte do impacto causado por fatores temporários vai diminuir e projeta um crescimento de 1,4% do PIB no quarto trimestre.
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