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Subsecretário de Comércio argentino (D), morto em Montevidéu, junto ao vice-presidente Amado Boudou: ao que parece, o subsecretário comete suicídio
Montevidéu - O subsecretário de Comércio da Argentina, Iván Heyn, que participava nesta terça-feira de uma reunião presidencial de cúpula do Mercosul, em Montevidéu, foi encontrado enforcado em um hotel do centro da cidade, e ao que parece cometeu suicídio.
O anúncio da morte abalou o encontro do Mercosul que se desenvolvia desde o meio-dia na capital uruguaia, com a presença dos presidentes de Argentina, Cristina Kirchner; Brasil, Dilma Rousseff; Paraguai, Fernando Lugo; Uruguai, José Mujica, além de Hugo Chávez da Venezuela, em processo de adesão ao bloco e Rafael Correa, do Equador, país associado.
Heyn, de 33 anos, foi encontrado morto "por volta das 15 horas" por um funcionário do hotel que avisou à polícia, disse José Luis Rondán, chefe das Relações Públicas da Polícia de Montevidéu, em entrevista à imprensa.
A "morte foi por enforcamento aparente" com um cinto, mas ainda não se pode "determinar se foi suicídio", já que o caso passou para o âmbito policial e judicial.
Uma fonte ligada ao caso disse à AFP, sob anonimato, que Heyn estava nu e morto há mais de seis horas quando foi encontrado.
"Ele se matou no hotel Radisson", disse um funcionário do governo uruguaio, que preferiu não ter o nome revelado, acrescentando que a presidente argentina, Cristina Kirchner, chegou a ser atendida por uma equipe médica, na sede do Mercosul, depois de uma crise nervosa ao saber da notícia.
Segundo o juiz encarregado do caso, Homero da Costa, "não há sinais de violência" no corpo de Heyn, o que leva a crer em suicídio ou morte acidental.
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