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São Paulo - A redução sustentada da dívida não precisa ser a causa de um crescimento mais fraco após uma crise, desde que os responsáveis pela condução da política econômica consertem os problemas trazidos pela turbulência em primeiro lugar, afirmou o Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês) neste domingo.
Em um estudo, o banco central dos bancos centrais descobriu que quase todas as crises que foram precedidas por um boom do crédito foram sucedidas por quedas significativas da relação entre crédito e produto, numa indicação de que a redução da dívida não pode ser evitada.
O BIS destacou que os governos têm de consertar a regulação "inadequada", que foi parcialmente responsável pelo acentuado crescimento da dívida pública antes da derrocada do crédito, e que os bancos têm de reconhecer completamente suas perdas em um estágio inicial e reconstruir suficientemente seu capital.
Em teleconferência, o consultor econômico e diretor do departamento econômico e monetário do BIS, Stephen Cecchetti, ressaltou que as crises tendem a ser seguidas por períodos prolongados de desalavancagem. As informações são da Dow Jones.
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