Aguarde...
MassacreBreivik diz que não apelará se for declarado responsável
AtrizBardot implora que Dilma detenha o "genocídio de burros"
AcidentesIncêndio em submarino nuclear americano deixa 7 feridos
Mortos-vivosCanadá divulga manual de sobrevivência para apocalipse zumbi
ReligiãoHá vontade de "limpeza" no Vaticano, diz autor polêmico
Caos5 engarrafamentos que entraram para a história
DiscriminaçãoEscolas britânicas registraram 88 mil incidentes racistas
EUAHomem é detido nu em caminhonete com crianças sequestradas
CrimeTráfico leva 14 homens ao enforcamento no Irã
Sede da Ernst & Young: auditoria é uma das que estão na mira da UE
Londres - As quatro mais importantes empresas de auditoria do mundo terão que se dividir e adotar novos nomes sob um projeto de lei da União Europeia de longo prazo para reprimir conflitos de interesse e deficiências evidenciadas pela crise financeira.
"A confiança do investidor em auditorias foi abalada pela crise e eu acredito que mudanças neste segmento são necessárias", afirmou nesta quarta-feira o comissário europeu Michel Barnier.
As quatro auditorias afirmaram que os planos terão impacto sobre os custos e não vão melhorar a qualidade das análises, enquanto concorrentes menores acusaram Barnier de reduzir exigências.
As auditorias foram questionadas porque deram um atestado de boa saúde a muitos bancos que depois de pouco tempo precisaram ser resgatados pelos contribuintes após os desdobramentos da crise financeira.
Barnier afirmou recentemente que aparentes falhas em auditorias nos bancos AngloIrish e Lehman Brothers e em empresas como BAE Systems e Olympus "sugerem fortemente que as auditorias não estão trabalhando como deveriam".
Somente quatro empresas de auditoria - Ernst & Young , Deloitte , KPMG , e PwC - revisam os livros de 85 por cento das principais empresas na maior parte dos países da União Europeia, uma situação que Comissão afirmou que era "em essência, um oligopólio".
Dados do Reino Unido mostram que as margens de lucro das quatro auditorias são 50 por cento mais altas do que as margens das quatro empresas de auditoria mais próximas, disse a comissão.
Sob o plano de Barnier, as quatro principais empresas terão que separar atividades de auditoria baseadas na União Europeia de outras operações, como assessoria tributária e outros serviços, para "evitar todos os riscos de conflito de interesse".
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação