Aguarde...
EuropaDívida da Grécia deveria cair a 120% do PIB até 2020,diz Juncker
IslâmicosReino Unido condena grupo que planejava explodir a Bolsa
OrçamentoONU pretende cortar os gastos das missões de paz
ONULadsous apoia endurecer medidas em casos de abusos sexuais
ConflitoUnião Europeia ampliará embargo econômico à Síria
IgrejaVaticano: é injusto aplicar lei do silêncio à pedofilia
Oriente MédioCorte de energia em hospital sírio mata 18 bebês prematuros
ÁfricaFAO: há milhões de pessoas ameaçadas de fome no Sudão do Sul
MaresPirataria na Somália custou cerca de US$ 7 bilhões em 2011
FatalidadeColaborador da AFP morre em bombardeio na Síria
Washington - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciará na próxima semana uma proposta para aumentar cortes de impostos a empresas que investem em pesquisa e desenvolvimento (P&D), indicou hoje um funcionário da Casa Branca.
Obama pressionará o Congresso para que aumente e estenda permanentemente benefícios fiscais às empresas que invistam em P&D em solo americano e, portanto fomentem criação de empregos, antecipou a "CNN".
A medida terá um custo de US$ 100 bilhões, afirmou o funcionário, que pediu anonimato já que a proposta não foi apresentada formalmente. Espera-se que Obama exponha essa iniciativa durante o discurso sobre economia que pronunciará na próxima quarta-feira no campus da Facudade de Cuyahoga em Cleveland.
Esta será a primeira de uma série de medidas econômicas (que poderiam incluir mais cortes de impostos para a classe média e mais investimento em energias limpas e em infraestrutura) com as quais Obama voltará a fazer nova tentativa de impulsionar a economia americana, que não está crescendo no ritmo esperado.
O Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu no segundo trimestre 1,6%, muito abaixo dos 2,4% que havia calculado inicialmente. A economia é um assunto crítico numa época em que se aproximam as eleições legislativas, que serão celebradas em novembro, nas quais a Câmara de Representantes e um terço do Senado serão renovados.
O senador John McCain criticou hoje as políticas econômicas de Obama. Em declarações à emissora "Fox", o republicano disse que o Governo só abordou a economia superficialmente e as políticas geraram "insegurança" nos empresários e nos investidores.
Laura Tyson, membro do Conselho de Consultores Econômicos do presidente, assinalou que medidas como o corte permanente de impostos às empresas de P&D deveriam ser prioridade para gerar emprego. A taxa de desemprego em agosto nos EUA subiu um décimo, até se manter em 9,6%.
Laura assinalou que o déficit já não é o principal problema econômico. "O maior problema que temos é uma economia lenta, falta de emprego... realmente precisamos focar nossas prioridades e estabelecer a criação de postos de trabalho", declarou no programa "Face The Nation" da "CBS".
As novas medidas não serão equiparáveis ao plano de estímulo de US$ 787 bilhões que promulgou em fevereiro de 2009 com o objetivo de reaquecer a economia, seriamente afetada pela crise econômica mundial.
Leia mais sobre Estados Unidos
Siga as notícias de Economia no Twitter
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação