Aguarde...
MassacreBreivik diz que não apelará se for declarado responsável
AtrizBardot implora que Dilma detenha o "genocídio de burros"
AcidentesIncêndio em submarino nuclear americano deixa 7 feridos
Mortos-vivosCanadá divulga manual de sobrevivência para apocalipse zumbi
ReligiãoHá vontade de "limpeza" no Vaticano, diz autor polêmico
Caos5 engarrafamentos que entraram para a história
DiscriminaçãoEscolas britânicas registraram 88 mil incidentes racistas
EUAHomem é detido nu em caminhonete com crianças sequestradas
CrimeTráfico leva 14 homens ao enforcamento no Irã
Durban (África do Sul) - Somente doze chefes de Estado e de Governo e 130 ministros assistirão na próxima semana as reuniões de alto nível da XVII Cúpula da ONU sobre Mudança Climática (COP17) de Durban, revelaram neste sábado as Nações Unidas.
Os encontros, fundamentais para alcançar acordos definitivos na cúpula, começarão na terça-feira e se estenderão até sexta no Centro Internacional de Conferências de Durban.
O único chefe de Estado da América Latina que deve assistir à COP17 é o presidente de Honduras, Porfirio Lobo.
Da Europa, só confirmou presença o príncipe Albert de Mônaco e o primeiro-ministro norueguês, Jens Stoltenberg.
A grande maioria de chefes de Estado e de Governo em Durban procede da África, com destaque para o anfitrião da cúpula, o presidente sul-africano, Jacob Zuma.
Da América Latina, ao menos 15 países enviarão ministros das Relações Exteriores ou de Meio ambiente, entre eles México, Brasil, Venezuela, Colômbia, Equador e Argentina.
As reuniões de alto nível terão papel-chave para abordar assuntos como a renovação do Protocolo de Kyoto, que expira no fim de 2012.
O Protocolo de Kyoto, assinado em 1997 e que entrou em vigor em 2005, estabeleceu compromissos vinculativos de redução de emissões de gases do efeito estufa para 37 países desenvolvidos, com a exceção dos Estados Unidos.
Os negociadores tentam acordar um segundo período de compromisso que sirva de transição para um novo acordo internacional juridicamente vinculativo.
Os países em desenvolvimento consideram imprescindível que economias ocidentais aprovem o segundo período, enquanto Rússia, Japão e Canadá anunciaram que não renovarão o tratado se concorrentes comerciais como China, Índia e EUA não assumirem compromissos similares.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação