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Com esse tipo de vidro, em um dia de pouca luminosidade, em vez de acender todas as luzes da sua casa, você pode permitir que o máximo de luz natural entre
São Paulo - A tecnologia para criar vidros inteligentes, que se tornam opacos ou transparentes conforme a necessidade, já existe. Mas agora empresas norte-americanas estão entrando nessa produção e barateando seus custos. Na prática, isso significa uma redução enorme nos gastos com energia.
Os chamados vidros inteligentes possuem uma tecnologia que, com o uso de uma corrente elétrica de baixa voltagem (e que quase não consome energia), consegue escurecer ou clarear as janelas feitas de material cerâmico. Isso significa que, em um dia de pouca luminosidade, em vez de acender todas as luzes da sua casa, você pode permitir que o máximo de luz natural entre. Em um escritório clássico - onde as janelas nunca ficam abertas e a conta do ar condicionado sobe conforme o sol fica mais forte - basta que se escureça as janelas para que o ambiente fique em uma temperatura mais agradável.
Essa tecnologia é cara, mas, com a entrada de grandes indústrias de manufatura e até de pequenas start-ups, especialmente nos Estados Unidos, a tendência é que o preço caia a partir do ano que vem. E as janelas ultra-eficientes poderão ser usadas em prédios comerciais ou residenciais, onde as pessoas poderão alterar a opacidade delas usando apenas um interruptor.
Empresas norte-americanas também estudam a possibilidade da criação de janelas inteligentes que não precisam nem da energia gasta com a corrente elétrica. Essas janelas ainda mais avançadas seriam sensíveis à temperatura - se tornando cada vez mais opacas conforme a incidência solar aumente.
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