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Cartaz da votação “Public Eye People´s” sobre a Vale: "Transformamos florestas tropicais em minas e represas. Custe o que custar"
São Paulo - A Vale foi eleita a pior empresa do mundo pelo “Public Eye People´s”, premiação realizada desde 2000 pelas ONGs Greenpeace e Declaração de Berna. É a primeira vez que uma companhia brasileira recebe o prêmio conhecido como "Oscar da Vergonha", que avalia os impactos socioambientais causados pelas empresas. O resultado foi divulgado nesta sexta, durante o Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. Em votação aberta ao público, a Vale foi eleita com 25 mil votos.
O segundo lugar ficou com a empresa de energia Tepco, que opera as usinas nucleares de Fukushima, com 24 mil votos. Também concorriam ao título a mineradora americana Freeport, a sul-coreana de eletrônicos Samsung, a suíça de agronegócio Syngenta e o o grupo bancário Barclays, vencedor do prêmio do Júri.
No site da premiação, a nomeação da Vale é justificada por uma “história de 70 anos manchada por repetidas violações dos direitos humanos, condições desumanas de trabalho, pilhagem do patrimônio público e pela exploração cruel da natureza”. O texto também condena o fato de a mineradora ter comprado, em abril do ano passado, 9% de participação no Consórcio Norte Energia S.A., responsável pela construção da usina de Belo Monte, no Pará.
A indicação da mineradora foi feita por um grupo de instituições sociais e ambientalistas formado pela Rede Justiça nos Trilhos, a Articulação Internacional dos Atingidos pela Vale, o International Rivers e a Amazon Watch.
Para expressar seu posicionamento sobre algumas acusações que foram feitas à empresa acerca de sua atividade, a mineradora criou uma página especial na internet, a ValeEsclarece, que também reúne informações sobre suas ações de responsabilidade socioambiental. Em seu último relatório de sustentabilidade, também disponível online, a empresa afirma que “procura atuar com responsabilidade socioeconômica e ambiental nos territórios onde está presente, durante o ciclo de vida de seus empreendimentos e visa à construção de um legado positivo observando neste processo os termos globais de sustentabilidade”. Para 2012, a mineradora planeja investir US$ 1,65 bilhão em ações socioambientais.
* Matéria atualizada às 11h59
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Lucas Alves Faria
O fim é iminente, quer aceitemos ou não. Ninguém vai parar de produzir e ninguém vai parar de consumir...
27.01.2012 | Ler comentário completo |