Aguarde...
LeiDilma deve decidir nesta quinta por veto parcial a Código
EstiagemPrejuízo com a seca ultrapassa os R$ 400 milhões em PE
SustentabilidadeReduzir IPI para carros vai na contramão da economia verde
Meio ambiente"Pai" do Protocolo de Kyoto se frustra com negociações
LevantamentoIndústria de embalagens está mais sustentável
TragédiaLixo do tsunami japonês chega em profusão à costa do Alasca
LimpezaCoreano cria robô para limpeza de petróleo no mar
PrevisãoOs prejuízos das mudanças climáticas para a economia de Minas Gerais
Ativistas do Greenpeace em protesto: organização que que o caso seja investigado
Paris - O Greenpeace encaminhou uma denúncia nesta terça-feira para a Promotoria de Paris após tomar conhecimento de que o grupo nuclear francês Areva contratou uma empresa de espionagem suíça para investigar à organização ambientalista.
'Ficamos sabendo desta informação através da imprensa e queremos que esclareçam tudo o que for possível sobre esta operação de espionagem', indicou Adelaide Colin, a porta-voz do Greenpeace na França.
Segundo o jornal francês 'Le Journal du Dimanche', que cita como fonte um documento confidencial, uma empresa de investigação teria proposto à empresa nuclear francesa Areva se infiltrar nas ONG Greenpeace, Transparência Internacional e a americana Worldwatch.
'Se provarem que a Areva, ou uma sociedade de inteligência econômica suíça (...), decidiu espionar o Greenpeace, seria um novo ataque intolerável aos princípios fundamentais de nossa democracia por parte de um setor da sociedade que se diz transparente', assinalou o Greenpeace.
A organização ambientalista lembrou que a justiça francesa recentemente condenou a elétrica EDF a pagar uma multa de 1,5 milhão de euros por um caso de espionagem informático contra a ONG em 2006.
O tribunal sentenciou a EDF por 'cumplicidade de pirateio informático' e 'receptação de documentos confidenciais roubados do computador de Yannick Jadot', o então diretor de campanha do Greenpeace e atual porta-voz da candidata ecologista às eleições presidenciais francesas, Eva Joly.
A elétrica encarregou esta operação à empresa Kargus Consultats, embora, segundo a própria EDF, essa firma de espionagem tenha ultrapassado os termos do contrato entre ambos os lados por causa de um 'apoio operacional para a investigação estratégica de organizações ambientalistas, suas práticas e atividades'.
O Greenpeace, por sua vez, pediu ao Governo e à comissão de Finanças da Assembleia Nacional que averigúem o caso esse caso da Areva.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação