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Parque eólico em Fortaleza, Ceará:
São Paulo - Além da presença crescente nos leilões de energia elétrica no Brasil, os projetos de energia eólica têm ventilado o mercado imobiliário das regiões do país propícias à instalação de aerogeradores.
Vender um terreno para uma central eólica ou arrendar partes dele para a instalação de torres tem se tornado um bom negócio, principalmente em regiões mais pobres do semi-árido nordestino.
Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), as empresas do setor devem investir 30 bilhões de reais até 2014.
Para levar adiante esses investimentos, a localização é parte fundamental do negócio. Terras com ventos fortes e constantes são procuradas para a instalação de futuros parques. Os principais pólos são o sul do país, o litoral nordestino e, mais recentemente, o interior do Nordeste.
Em geral, os empreendedores preferem arrendar parte do terreno para instalar as torres, pagando ao proprietário da terra uma espécie de "royalty" que varia de 0,5 por cento a 1,5 por cento da receita líquida de cada máquina.
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