Aguarde...
LeiDilma deve decidir nesta quinta por veto parcial a Código
EstiagemPrejuízo com a seca ultrapassa os R$ 400 milhões em PE
SustentabilidadeReduzir IPI para carros vai na contramão da economia verde
Meio ambiente"Pai" do Protocolo de Kyoto se frustra com negociações
LevantamentoIndústria de embalagens está mais sustentável
TragédiaLixo do tsunami japonês chega em profusão à costa do Alasca
LimpezaCoreano cria robô para limpeza de petróleo no mar
PrevisãoOs prejuízos das mudanças climáticas para a economia de Minas Gerais
Izabella Teixeira, ministra do Meio Ambiente: “Se trabalharmos juntos poderemos negociar o mais cedo possível um novo instrumento sobre a Convenção baseado nas recomendações da ciência que inclua todos os países para o período imediatamente pós 2020"
São Paulo - Em seu discurso durante a Conferência Climática da ONU, COP17, a ministra brasileira do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, informou que o Brasil está disposto a aderir às metas obrigatórias de redução nas emissões de gases de efeito estufa, a partir de 2020.
O compromisso também se reflete no interesse brasileiro em apoiar a prorrogação do Protocolo de Kyoto, que é o acordo atual mais abrangente para a mitigação das mudanças climáticas. Como o protocolo expira oficialmente em 2012, ele é um dos grandes temas da conferência que se encerra nesta sexta-feira (9).
Os países europeus são os mais favoráveis à continuidade de Kyoto. Mesmo assim, cobra-se mais esforços dos países em desenvolvimento e ainda espera-se que EUA e China, os maiores poluidores do mundo, assinem o acordo e comprometam-se com as diretrizes de redução nas emissões de gases de efeito estufa.
Para os europeus, é necessário que haja a renovação de Kyoto, para que a partir daí seja projetado um novo acordo mais abrangente e que vigore para todos os países em 2020. O discurso foi reforçado pela ministra brasileira.
“Por isso se todos, repito, todos trabalharmos juntos poderemos negociar o mais cedo possível um novo instrumento legalmente vinculante sobre a Convenção baseado nas recomendações da ciência que inclua todos os países para o período imediatamente pós 2020. Esta é a nossa ambição. Este é o nosso objetivo”, declarou Izabella.
Em resposta às pressões a que vem sofrendo, o representante norte-americano nas negociações da COP 17, Todd Stern, informou que os EUA não são contra as negociações e que até concordam com as sugestões provenientes da União Europeia. O próximo desafio então é conseguir negociar com China e Índia, para que a prorrogação de Kyoto se efetive.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação