Aguarde...
ReivindicaçõesMédicos temem por redução de salário e protestam
EpidemiaEstado do Rio de Janeiro confirma 22 mortes por dengue
DoençasGeriatras alertam para perigos da medicina antienvelhecimento
Em São PauloTermina esta semana campanha de vacinação contra gripe
SaúdeTeste diagnosticará sífilis em 15 minutos no SUS de SP
VacinaçãoFaltam 60% de gestantes para se vacinar contra gripe em SP
LegislaçãoDilma veta venda de medicamentos em supermercados
CampanhaVacinação contra gripe prossegue com baixa procura no RJ
DoençaMortes provocadas pela dengue caem 80% no início do ano
CâncerPlanos de saúde podem ter que cobrir quimioterapia em casa
Mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue: nordeste do Peru está em alerta vermelho
Brasília - O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou ontem que o Rio de Janeiro corre o risco de ter a maior epidemia de dengue de sua história neste verão. A previsão é fruto da associação de três fatores: 1) o alto número de criadouros do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti; 2) o aumento da circulação do vírus tipo 4 - que a maior parte da população não teve contato e, portanto, está suscetível ao contágio; 3) a parcela significativa de moradores que ainda é vulnerável também aos tipos 1 e 2 da doença, que circula na cidade.
Nas primeiras seis semanas deste ano, o número de casos da doença registrado no País caiu 62% em comparação a igual período do ano passado. Foram 40.486 ante 106.373 de 2011. Houve ainda redução do número de casos graves e de mortes: 183 e 32, respectivamente. Apesar do resultado, o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério, Jarbas Barbosa, adverte que há muito a ser feito. "A batalha não está ganha. Estamos no início do ano e o pico da doença é entre abril e maio", disse. A queda é em parte atribuída às condições climáticas. Neste primeiros meses, a chuva foi intensa em várias partes do País e a temperatura, mais baixa. As chuvas torrenciais prejudicam a proliferação do Aedes aegypti, pois elas acabam provocando uma espécie de "lavagem" nos criadouros.
Atualmente, os Estados de Tocantins e Pernambuco já enfrentam surto da doença. Em Recife, foram registrados 890 casos nas primeiras seis semanas do ano. No mesmo período de 2011, foram 65. Em Palmas, até agora foram contabilizados 1.403 casos ante 312 em 2011.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação