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PM parada | 10/02/2012 18:31

Policiais grevistas são presos e PM garante que Rio está seguro

De acordo com o comando da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, a adesão à paralisação foi restrita e as corporações estão trabalhando normalmente

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AGÊNCIA BRASIL

Policiais

Outros 129 policiais foram detidos inicialmente e indiciados por participação na greve

Rio de Janeiro - Líderes e outros envolvidos no movimento grevista de policiais e bombeiros no Rio de Janeiro foram presos nesta sexta-feira acusados de insubordinação e outros crimes, e as autoridades de segurança do Estado garantiram que, diante da adesão limitada à paralisação, não será necessário o reforço de tropas federais.

De acordo com o comando da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, a adesão à paralisação foi restrita e as corporações estão trabalhando normalmente.

Nove acusados de serem líderes da greve, que estavam entre os 11 homens que tiveram mandados de prisão expedidos pela Justiça militar nesta sexta, foram presos e levados para o Complexo Penitenciário de Bangu, enquanto outros sete policiais foram detidos em flagrante por insubordinação, de acordo com a PM.

Outros 129 policiais foram detidos inicialmente e indiciados por participação na greve, mas foram liberados e substituídos em seus postos por efetivos do Bope e do Batalhão de Choque. Uma fonte da PM, que pediu para não ser identificada, disse que houve problemas pontuais nos batalhões de Botafogo e Leblon (na zona sul), Maré (zona norte) e nas cidades de Campos (norte fluminense) e Volta Redonda (sul do Estado).

O cabo dos Bombeiros Benevenuto Daciolo, um dos líderes do movimento, está preso desde quarta-feira, após ter sido flagrado em uma escuta telefônica autorizada pela Justiça negociando com líderes da greve de policiais na Bahia a difusão do movimento para outros Estados.

O Corpo de Bombeiros informou que indiciou 123 guarda-vidas que faltaram ao trabalho por conta da greve e que pretende prendê-los administrativamente assim que eles voltarem à corporação. O comandante do grupamento marítimo da Barra da Tijuca, tenente-coronel Ronaldo Barros, foi exonerado da função por ligação com o movimento.

 

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