Aguarde...
ObrasSomente 5% das obras da Copa estão concluídas, diz governo
Caos urbanoMetrô e grevistas fazem acordo e greve pode acabar hoje
ParalisaçãoGreve na CPTM deixa 850 mil paulistanos sem transporte
SalárioMetrô de SP oferece reajuste de 6%, informa TRT
DoençasCeará confirma quinta morte por gripe suína
TransporteApenas linha 5-Lilás opera normalmente, diz metrô
GrevistasMetroviários farão reunião no TRT nesta quarta-feira
São PauloMulher é presa durante manifestação na zona leste
TravadaCongestionamento em SP chega a 202 quilômetros
Com greveCongestionamento em SP já é o segundo maior do ano
2ª etapa do Minha Casa, Minha Vida tem meta de construir 2 milhões de residências até 2014
São Paulo – Uma das prioridades da presidente Dilma Rousseff, o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida precisa de alguns ajustes para voltar a deslanchar, na avaliação do presidente do Secovi-SP, João Crestana.
A primeira versão do programa, criado em 2009, atingiu a meta de financiar um milhão de moradias até o final de 2010 (oficialmente foram 1.005.028 unidades habitacionais financiadas).
Já a segunda etapa do Minha Casa, Minha Vida, lançada em dezembro do ano passado, tem o objetivo de construir dois milhões de unidades até o fim do governo Dilma, em 2014. Desse total, 60% serão para famílias com renda de até três salários-mínimos, que terão subsídio integral.
“A meta é totalmente factível, mas são necessários alguns ajustes no programa, que está numa encruzilhada”, diz Crestana. Entre as alterações sugeridas, a mais premente é a atualização no preço dos imóveis populares pago pela Caixa Econômica Federal às construtoras, que permanece congelado desde o início do programa. Neste segmento (renda mensal de até R$ 1.395,00), o banco estatal compra a casa e repassa às famílias com subsídio de até R$ 23 mil reais.
“Nesse período, o mercado imobiliário teve valorização de 15% a 25%, dependendo do local, chegando a 35% em São Paulo”, diz o presidente do Secovi-SP. “Para essa faixa de renda (até R$ 1.395,00), o programa está parado, aguardando um alinhamento de preços prometido para junho.” O empresário sugere a redução do subsídio nas grandes cidades, além do aumento do valor do imóvel. “Em tese, as famílias ganham mais nessas cidades e podem pagar uma prestação um pouco maior.”
A tabela em vigor desde o início do programa prevê, por exemplo, o valor máximo de R$ 52.000,00 para um apartamento em São Paulo. No Rio de Janeiro, o teto é de R$ 51.000,00 e, em Porto Alegre, de R$ 45.000,00 (veja tabela completa no final da matéria).
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação