Aguarde...
ReivindicaçõesMédicos temem por redução de salário e protestam
ParalisaçãoMetrô de São Paulo entra em greve quarta-feira
EpidemiaEstado do Rio de Janeiro confirma 22 mortes por dengue
ViolênciaMinistério Público pede fim de seis torcidas organizadas
No ParaguaiPolícia prende suspeito de integrar facção criminosa de SP
EducaçãoMEC defende inscrição virtual no sistema de ensino técnico
EstádioCom bom ritmo, Itaquerão pode ter conclusão antecipada
Os policiais foram informados da decisão do governo por volta das 10 horas
São Paulo - O governo baiano começou a punir os policiais militares que promovem, desde o dia 31, uma paralisação no Estado. De acordo com a administração estadual, quem não compareceu aos batalhões até o meio-dia de hoje (sexta-feira) vai passar a sofrer sanções. "A partir de hoje, o comando está tomando (a paralisação) como ausência ao serviço e vai abrir processo administrativo para avaliar as punições", afirma o comandante-geral da PM na Bahia, coronel Alfredo Castro.
Os policiais foram informados da decisão do governo por volta das 10 horas. Seguiu-se uma corrida aos batalhões de Salvador - pelas ruas, carros e motos de PMs e viaturas tentavam abrir caminho nos congestionamento da cidade para não perder o prazo. Muitos PMs que chegaram aos batalhões foram imediatamente mandados para a rua - e alguns não esconderam o descontentamento com o rumo que as negociações com o governo tomou.
"Tive de voltar porque não tenho como compensar corte no ponto (desconto por dia de trabalho perdido), mas era mais certo continuar com a greve", afirmou um PM ao desembarcar no Pelourinho no início da tarde, com outros sete colegas, em duas viaturas. "O governo tem dinheiro para pagar o que deve, mas fica nesse cabo-de-guerra, em vez de valorizar o policial."
Segundo Castro, 85% do efetivo policial está trabalhando em Salvador e na região metropolitana e 80% está nas ruas no interior. Para ele, na maior parte do Estado, o policiamento é "normal". "Tudo tem início, meio e fim - e, na minha ótica, o fim da greve está decretado", avalia. "Agora, existe apenas uma pequena minoria que resiste à convocação do comando."
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação