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IBGE | 01/12/2011 11:32

Esperança de vida dos brasileiros subiu 3 anos na última década

Segundo o IBGE, a expectativa de vida passou de 70,46 anos em 2000 a 73,48 anos em 2010

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Foto: Abr

População brasileira

A expectativa de vida no Brasil cresce gradualmente desde 1980, quando era de 62 anos, principalmente por causa da redução das altas taxas de mortalidade infantil

Rio de Janeiro - A esperança de vida dos brasileiros ao nascer aumentou 3 anos e 10 dias na última década, ao passar de 70,46 anos em 2000 a 73,48 anos (73 anos, 5 meses e 24 dias) em 2010, informou o governo nesta quinta-feira.

Somente no último ano a expectativa de vida subiu 3 meses e 22 dias comparado com 2009, quando era de 73,17 anos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A expectativa de vida no Brasil cresce gradualmente desde 1980, quando era de 62 anos, principalmente por causa da redução das altas taxas de mortalidade infantil que afetavam o país, das campanhas de vacinação e de outros avanços na saúde.

A taxa de mortalidade infantil em 2010 foi de 21,64 a cada mil nascidos vivos, uma redução de 28,03% na última década. Em 1980, a taxa de mortalidade infantil era de 69,12 casos por cada mil nascidos vivos.

De acordo com o IBGE, a expectativa para as mulheres nascidas no último ano no Brasil é de 77,32 anos na média, e a expectativa para os homens é de 69,73 anos.

Essa diferença, atualmente de 7,59 anos (7 anos, 7 meses e 2 dias), era de só 3,73 anos em 2000 e cresceu porque os homens se transformaram nas principais vítimas da violência.

De acordo com o IBGE, os homens de 22 anos têm 4,5 mais possibilidades de morrer que as mulheres da mesma idade. Em 2000, a probabilidade de morte de um homem de 22 anos era 4 vezes superior a de uma mulher da mesma idade.

A curva de maior mortalidade masculina declina com a idade, quando os problemas de saúde começam a pesar mais para os dois sexos que a violência, mas aos 70 anos a possibilidade de morte de um homem é ainda 1,5 vezes superior que a de uma mulher. EFE

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