Aguarde...
ChuvasDesabamento causado por chuva fere idoso em Salvador
EstádiosGoverno diz que obras da Copa estão dentro do cronograma
CopaObra do estádio de Cuiabá não chegou à metade
EstiagemGoverno tenta minimizar maior seca em 30 anos na Bahia
DoençasGeriatras alertam para perigos da medicina antienvelhecimento
InternetDilma: acesso à banda larga quase dobrou desde 2011
HabitaçãoMovimento no Feirão da Casa Própria em SP supera as expectativas da Caixa
IlegalApreendidas fardas do Exército com ambulantes no Rio
Óculos falsificados na região da Rua 25 de Março, em São Paulo
Curitiba - De 2004 até setembro de 2010 foram apreendidos no Brasil R$ 6 bilhões em mercadorias contrabandeadas, uma média recorde de R$ 1 bilhão por ano. "O crime de pirataria, mesmo com o crescimento da economia, vem diminuindo sensivelmente no país", disse o presidente do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos Contra a Propriedade Intelectual (CNCP), Rafael Favetti.
"O consumidor está começando a entender que comprar esse tipo de produto traz consequências drásticas e começa a buscar alternativas dentro da legalidade. No Brasil está acontecendo o inverso porque, em vários países, este tipo de comércio tem crescido", explicou Favetti. No ano passado, houve queda de 4% no uso de programas de computador (softwares) piratas em todo o país.
Segundo Favetti, é preciso desmascarar a visão romântica de que quem distribui mercadorias no comércio ilegal, sem o pagamento de impostos, "é bonzinho", está gerando emprego e que é "melhor trabalhar na ilegalidade do que estar nas ruas roubando". Ele enfatizou que a pirataria está ligada ao crime organizado, ao tráfico internacional de seres humanos e ao trabalho escravo.
O presidente do CNCP e a secretária executiva do conselho, Ana Lúcia Moraes Gomes Soares, estiveram reunidos hoje (10), em Curitiba, com agentes públicos municipais e federais para discutir a organização de um seminário de capacitação para representantes de órgãos que atuam no combate à pirataria. O seminário deverá ocorrer em outubro.
Ana Lúcia justificou a necessidade do seminário como instrumento para dar mais agilidade às ações do projeto Cidade Livre de Pirataria, que tem a adesão da capital paranaense, de São Paulo e do Distrito Federal. Ela defendeu a atuação conjunta de órgãos dos governos federal, estaduais e municipais, citando como exemplo a parceria do CNCP com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), firmada em dezembro de 2008. "Naquele ano foram apreendidas 20 toneladas de medicamentos falsificados. Desde então, já apreendemos 360 toneladas", argumentou.
Leia também sobre o Brasil
Siga as últimas notícias de Economia no Twitter
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação