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Em Salvador, o patrulhamento está sendo feito pelo Exército, Marinha e Força Nacional
São Paulo - Entre a meia-noite de sexta-feira e as 6 horas deste sábado, 29 pessoas morreram em Salvador e na Região Metropolitana da capital baiana. A onda de insegurança toma as ruas da capital desde a última terça-feira, quando os policiais militares do estado entreram em greve. O patrulhamento está sendo feito pelo Exército, Marinha e Força Nacional.
Além das mortes, 10 pessoas sofreram tentativa de homicídio no mesmo período, de acordo com o balanço da Secretaria de Segurança Pública da Bahia. A violência não para por aí: 59 carros foram roubados e seis roubos a coletivos foram registrados.
De acordo com o governo da Bahia, cerca de 3.000 patrulheiros fazem ronda em áreas de grande circulação de pessoas, como ponto turísticos e terminais passageiros da capital baiana. O número de homicídios registrado entre sexta e sábado é superior ao registrado na sexta-feira anterior — quando os PMs ainda estavam trabalhando —, 13 mortes foram registradas.
Às 5h04 de sexta-feira, quatro pessoas foram mortas na Avenida Jorge Amado, no bairro de Pituaçu. No bairro Sete de Abril, uma mulher de 39 anos e um adolescente de 17 foram mortos na frente de casa, por volta das 6h, de acordo com informações da polícia.
A Secretaria e Segurança Pública da Bahia estima que a PM esteja trabalhando com apenas um terço do efetivo total, de 31.000 policiais. Os grevistas são vinculados à Associação de Policiais e Bombeiros do Estado da Bahia, que organiza a mobilização.
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