Aguarde...
ChuvasDesabamento causado por chuva fere idoso em Salvador
EstiagemGoverno tenta minimizar maior seca em 30 anos na Bahia
IlegalApreendidas fardas do Exército com ambulantes no Rio
ReuniãoMarcha para Jesus interdita ruas do centro do Rio
TerremotoTremor atinge Montes Claros em MG; não houve feridos
Sem feridosIncêndio atinge alto-forno II da Usiminas de Cubatão
ProtestoMarcha da maconha deve complicar trânsito na Paulista
LiberadoPrefeito autoriza abertura do shopping JK Iguatemi
Desde terça-feira a Polícia Militar ocupa a Cracolândia, no centro de SP. Mas ela nao é o unico ponto de consumo da droga
São Paulo - Em São Paulo, até mesmo um piscinão já se tornou uma minicracolândia. Na altura do número 1.100 da Avenida General Penha Brasil, no Jardim Peri, na zona norte, o reservatório do Guaraú chega a reunir 20 usuários da droga ao mesmo tempo, segundo os vizinhos. Eles consomem as pedras a qualquer hora do dia, sem repressão. Os moradores relatam um cenário de insegurança e desconforto, que já alterou a rotina do bairro.
Para impedir a entrada dos dependentes, foi colocado um tubo de concreto em um vão entre as grades. A medida não foi suficiente para evitar que os usuários de crack invadissem o terreno e o local serve de referencial para quem pretende chegar à droga. Com entulho e sofás velhos usados como "escada", até mesmo mulheres grávidas, segundo os vizinhos, pulam facilmente a cerca para fumar crack.
Como não há fiscalização, os usuários permanecem pelo tempo que quiserem no terreno. Há relato de dependente que já chegou a viver por uma semana no reservatório. Dentro do piscinão, o dependente químico consome a droga com relativa tranquilidade, o que tira o sossego dos vizinhos.
A preocupação de quem vive perto do local é constante. "Há casos de mulheres que saem para trabalhar no fim da madrugada e acabam assaltadas por eles nos pontos de ônibus. Também roubam as roupas dos varais, sapatos, botijões de gás e material de construção. Tudo para transformar em pedra", afirma o comerciante Vagner, de 35 anos, que trabalha na avenida há 10 e não quis revelar o sobrenome.
A dona de casa Sueli Maria, de 42 anos, não aguenta mais o barulho dos viciados onde mora. Segundo ela, o problema piora durante a madrugada. "Incomoda bastante. Eles brigam, gritam, fazem sexo. O cheiro da droga é muito forte, ninguém tem sossego", conta. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação