10 economias que terão forte crescimento em 2012

Estudo da Economist aponta a Líbia como a nação que registrará a expansão mais acelerada durante os próximos 12 meses

São Paulo – A economia que registrará o crescimento mais rápido em 2012 será a da Líbia, com um salto de mais de 20% no Produto Interno Bruto (PIB) em comparação ao visto no ano passado, impulsionada pela reconstrução do país após a queda do regime de Muammar Kadafi, segundo previsões divulgadas nesta quarta-feira pelo departamento de pesquisa da revista britânica Economist.

O levantamento também aponta que a recuperação do Iraque é afetada pelos conflitos – principalmente aqueles ligados à segurança nacional – gerados após a queda do ditador Saddam Hussein e a invasão das forças americanas. No entanto, a expectativa da revista britânica é de que o desempenho econômico em 2012 tome mais vigor na medida em que a violência no país diminua.

O estudo cita a ainda a Mongólia, cuja economia tem sido beneficiada por um boom no setor de mineração. A expectativa é de um avanço próximo a 15% no PIB, ante o observado em 2011. Grande parte dos investimentos no país estará relacionada às commodities.

Os economistas da revista britânica também destacam o caso da China, onde a economia deve continuar a apresentar um crescimento robusto em 2012.

“Isso é ótimo, já que a demanda gerada pelo gigante asiático vai contrabalancear a queda esperada em diversos países ricos”, destaca um trecho da reportagem da Economist.

Na contramão, o Sudão terá a expansão mais lenta, com a projeção de contração de quase 10%, já que o país perdeu três quartos de suas reservas de petróleo quando a nação foi dividida em julho passado, criando o Sudão do Sul.

O mau desempenho do país africano será seguido pelas nações do continente europeu, onde as projeções não são nada animadoras, já que o continente é fortemente afetado pela crise de dívida pública que atingiu a região.

Confira abaixo as projeções elaboradas pela Economist para o crescimento do PIB nas 10 economias que terão a expansão mais rápida e a mais lenta em 2012:

The Economist