Aguarde...
PilotoSolar Impulse impõe desafio mais humano do que tecnológico
AviãoSolar Impulse decola de Missouri rumo a Ohio
MedicinaPesquisa busca aperfeiçoar diagnóstico do câncer de pele
Astronomia Descoberto número inédito de buracos-negros em galáxia
DecisãoEUA decidem que DNA humano não pode ser patenteado
EspaçoAstronautas chineses entram em módulo espacial
Shenzhou XNave tripulada chinesa se acopla a laboratório espacial
PrevençãoTratamento reduz risco de Aids entre usuários de drogas
CódigoGenética lança luz sobre microalga especialista em adaptação
Robô Curiosity: o destino da sonda depende do desempenho das ordens pré-programadas
Pasadena - Quando a sonda apelidada de Curiosity penetrar na tênue atmosfera marciana a uma velocidade supersônica na madrugada de segunda-feira, caberá à própria máquina direcionar seus sete minutos finais de aproximação até o solo do Planeta Vermelho.
Por causa da demora de 14 minutos nas comunicações com a sonda, tempo que os sinais de rádio levam para ir e voltar nessa distância de 248 milhões de quilômetros entre a Terra e Marte, os engenheiros da NASA não têm a opção de telecomandar o pouso.
Por isso, os técnicos não terão nada a fazer a não ser monitorar ansiosamente o progresso da nave, que está viajando há oito meses.
O destino da Curiosity depende, portanto, do desempenho das ordens pré-programadas, de um novo sistema de voo autoguiado, e de uma complexa sequência de ações que inclui a abertura de um gigantesco paraquedas e um "guindaste aéreo" a jato, algo nunca usado, que precisará descer num ponto exato do planeta, para então baixar a Curiosity até o solo com uma corda, cortar as amarras e sair voando outra vez.
Não é à toa que a NASA chama essa operação, em tom meio a sério, meio de brincadeira, de "os sete minutos do terror".
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados