Aguarde...
TestesNave russa com ratos e lagartos a bordo retorna do espaço
VírusGripe aviária é mais contagiosa para seres humanos
RochaImpacto de meteorito gera flash de luz na lua
EstruturasCientistas criam flores microscópicas com cristais
MatériaPesquisadores buscam aplicações fotônicas do grafeno
EstudoPesquisa busca mapear relação entre música e religião
DoençaOMS diz que basta uma dose de vacina contra febre amarela
DoençasTranstornos mentais afetam até 20% dos jovens nos EUA
TabagismoFumar pode causar catarata relacionada à idade
DoençasCientistas desenvolvem pesquisa sobre diabetes tipo 1
Planeta Terra: A separação das massas de terra e a sua reunião em grandes blocos continentais é um processo cíclico
São Paulo - Ao longo de cinco anos, um grupo interdisciplinar de 16 pesquisadores – a maior parte deles do Instituto de Geociências (IGc) da Universidade de São Paulo (USP) – dedicou-se a aprofundar o conhecimento sobre a formação geológica da América do Sul.
Mas não é possível compreender a formação de um continente sem investigar os complexos processos geológicos que a precedem. Por isso, a equipe, que contou também com diversos bolsistas e 12 pesquisadores internacionais de vários países, precisou realizar uma extensa investigação sobre a dinâmica dos supercontinentes.
A separação das massas de terra e a sua reunião em grandes blocos continentais é um processo cíclico que se repetiu diversas vezes durante a formação do planeta. Para compreender a configuração atual do continente sul-americano, os pesquisadores se debruçaram sobre o período que se iniciou há 1 bilhão de anos e terminou há 500 milhões de anos.
O Projeto Temático “A América do Sul no contexto dos supercontinentes - fusão e fissão”, apoiado pela FAPESP, foi coordenado por Miguel Basei, professor do IGc-USP.
Segundo Basei, o projeto permitiu montar dois laboratórios de análises de minerais com tecnologias avançadas que não existiam na América do Sul. Com isso, foi possível reunir uma imensa quantidade de dados que permitiu uma interpretação mais precisa dos fenômenos observados, fornecendo solidez inédita às teorias existentes sobre a dinâmica de formação do continente.
Leia a seguir a entrevista concedida por Basei à Agência FAPESP.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados